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Respiradores artificiais para o Nordeste são barrados e Consórcio busca alternativas

Modelo de respiradores foto: Ascom/ConsórcioNE

O Consórcio Nordeste busca novos fornecedores após respiradores artificiais serem barrados nos EUA. A compra já tinha sido feita pelos governadores, mas a carga ficou retida no aeroporto de Miami, nos Estados Unidos.

O governador do Maranhão Flávio Dino (PC do B) classificou como um "confisco" a atitude do presidente Donald Trump.

"Compramos respiradores em conjunto com outros estados do Nordeste. Equipamentos não chegaram por causa do confisco mundial efetuado pelos Estados Unidos. Estamos organizando nova compra no âmbito do Consórcio Nordeste, além das nossas próprias aquisições. Luta todo dia", diz o governador.

O secretário de Comunicação do estado, Allisson Bacelar, informou que o Piauí ficou prejudicado com a retenção, mas que o governador Wellington Dias (PT) procura outras alternativas. 

A compra do respiradores artificiais pelo Consórcio Nordeste, grupo que reúne os nove governadores da região, foi cancelada pela empresa chinesa. A compra foi feita em nome do governador da Bahia, Rui Costa, que preside o Consórcio Nordeste.

Segundo Rui Costa, “o grande dilema é a falta de respiradores".

 

Os médicos pneumologistas explicam que o respirador é usado nos casos mais graves da Covid-19 para dar tempo de o organismo do paciente se recuperar, e a pessoa, sobreviver.

O que vem trazendo preocupação com a Covid-19 é a taxa de propagação do vírus, que é rápida. Segundo os médicos, o vírus mostrou uma diferença, sua capacidade de atingir o tecido pulmonar. A possibilidade de lesão pulmonar gerada pelo novo coronavírus afeta diretamente a respiração.

 

Flash Yala Sena (Com informações do Consórcio NE)
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