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BH começa reabertura gradual a partir da segunda-feira

Foto: Amira Hissa/Prefeitura de Belo Horizonte

Em anúncio feito na sexta-feira (22), a prefeitura de Belo Horizonte confirmou a data do dia 25 de maio para começar o processo de reabertura gradual do comércio da capital. Pelo decreto de março, só serviços essenciais eram autorizados a funcionar.

O decreto publicado permite reabertura de comércios como salões de beleza, artigos de papelaria, livraria e fotográficos, brinquedos e artigos recreativos, veículos automotores, tecidos e armarinho, entre outros.

Podem abrir estabelecimentos que tenham acesso direto de pedestres à rua. Há faixas de horário de funcionamento definidas no decreto para cada tipo de comércio, a maioria funcionando entre 11h e 19h.

Medidas de prevenção e higienização são condições para a retomada, segundo o governo, incluindo uso de máscara, distanciamento social, evitar aglomerações em espaços coletivos e no transporte público.

Seguem fechados shoppings, lojas de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo - a prefeitura diz que outro grupo de atividades, ainda em avaliação, tem previsão de retorno a partir do dia 1º de junho.

O decreto diz ainda que a regressão de fase pode ocorrer a qualquer momento, conforme avaliação dos indicadores epidemiológicos na capital. BH registra até essa sexta 1.312 casos confirmados e 39 mortes - Minas tem 5.995 casos e 201 mortes.

Segundo o secretário de saúde Jackson Pinto, a fiscalização na cidade será intensificada, já que aumentará o número de pessoas circulando.

Até quarta-feira, a Guarda Municipal havia realizados 24.332 abordagens a estabelecimentos - 12.957 fecharam ao saberem que estavam em desacordo com decreto e 51 tiveram alvará recolhido.

Lista de setores que podem voltar a funcionar:

  1. Comércio varejista de artigos de iluminação;
  2. Comércio varejista de artigos de cama, mesa e banho;
  3. Utensílios, móveis e equipamentos domésticos, exceto eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo;
  4. Tecidos e armarinho;
  5. Artigos de tapeçaria, cortinas e persianas;
  6. Limpeza e Conservação;
  7. Artigos de papelaria, livraria e fotográficos;
  8. Brinquedos e artigos recreativos;
  9. Bicicletas e triciclos, peças e acessórios;
  10. Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;
  11. Veículos automotores;
  12. Peças e acessórios para veículos automotores;
  13. Pneumáticos e câmaras-de-ar;
  14. Comércio atacadista dos artigos de comércio varejista permitidos na fase 1, a partir de 25 de maio;
  15. Cabeleireiros, manicure e pedicure;
  16. Centros de comércio popular instituídos a qualquer tempo por Operações Urbanas visando a inclusão produtiva de camelôs, desde que localizados no Hipercentro ou em Venda Nova.

 

Fonte: Folhapress