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Comerciantes fecham as portas mais cedo por medo de assaltos

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Famílias do Conjunto Betinho, zona Sul de Teresina, reclamam do mato na região que tem servido como esconderijo de marginais e depósito de produtos roubados. Por conta da insegurança, comerciantes revelam fechar as portas dos estabelecimentos mais cedo. A comunidade cobra ainda a regularização do abastecimento de água e calçamento nas ruas por parte da Prefeitura.

O comerciante Sabino Cruz Neto, proprietário de um bar que fica ao lado da praça Maria Rego, reclama do matagal na área. “Essa área coberta pelo mato ao lado do meu estabelecimento é uma praça e está irreconhecível. Preciso fechar mais cedo por medo de assaltos, sem falar dos mosquitos e de animais peçonhentos. É necessário mais atenção por parte da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul (SDU Sul)”, cobra Sabino Cruz Neto.

O matagal também toma conta de calçadas e do campo de futebol do Conjunto Betinho, que necessita ainda de alambrados e nivelação do piso. Já na rua Angélica da Silva, as famílias cobram calçamento. “Nessa via, há idosos e cadeirantes que têm dificuldades de locomoção por conta dos buracos, que pioram no período chuvoso. No b-r-o-bró, o problema é a poeira que representa um risco à saúde dos moradores”, explica o aposentado Ramiro Ramos.

A presidente da Associação dos Moradores do Conjunto Betinho, Helena Augusta de Oliveira, cobra a pavimentação de 100 metros da rua Angélica da Silva. “Apenas 200 metros foram calçados e pedimos a continuidade dessa obra, que vai facilitar a ligação com outros bairros”, afirma Helena, que também aponta problemas de abastecimento de água na região. “É preciso concluir a obra desse poço para voltarmos a ter água nas torneiras regularmente”, acrescenta.

A pedido das famílias da região, o vereador Rodrigo Martins (PSB), visitou o Conjunto Betinho nesta semana e assegurou alertar os órgãos responsáveis. “Iremos pedir o calçamento da Rua Angélica da Silva e a capina do Conjunto junto à SDU Sul, bem como solicitar à Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel) a colocação do alambrado do campo de futebol. Já em relação ao poço, cobraremos à Agespisa a regularização do abastecimento de água”, garante Rodrigo. 

Da Redação
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