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Alepi faz sessão em homenagem à cajuína como patrimônio cultural

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Atendendo requerimento do deputado Merlong Solano (PT), a Assembleia Legislativa realizou nesta segunda-feira (02) sessão solene especial em comemoração à lei aprovada no Congresso Nacional que considerou a cajuína, bebida tipicamente piauiense, como Patrimônio Cultural Imaterial do Povo Brasileiro.
 

"Saudo os homens e mulheres que se deslocaram do interior do Estado, que são os verdadeiros heróis e responsáveis pela manutenção do saudável hábito da produção da cajuina, hábito esse já ensinado por seus pais e avós", disse o petista.
 
O deputado destacou a importância do reconhecimento da cajuina como patrimônio cultural brasileiro e defendeu a necessidade dos governos investirem mais no setor da cajucultura, que pode se tornar um dos fatores de melhor distribuição de renda. 

"Será uma forma de aceleração do crescimento, dando apoio através da comercialização dos micro, pequenos e médios negócios. O Piauí ainda apresenta uma grande concentração de renda e a valorização da cajucultura, como já acontece com o mel, pode ser o começo da mudança desta realidade", analisa Merlong Solano.
 

A agricultora Ana Lúcia Sousa Medeiros, produtora de cajuína, falou e que cobrou mais apoio dos governos e o direito de vender seu produto para a merenda escolar. “A Secretaria de Desenvolvimento Rural tem todas as condições de ajudar aos cajucultores piauienses", revelou Enildo Lima, presidente da Cooperativa dos Produtores, que também cobrou mais apoio ao setor, que ocupa a mão de obra de cerca de 20 mil trabalhadores em todo o Estado.
 
A superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), no Piauí, Claudiana Cruz, explicou o reconhecimento da cajuina como patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro. 

Da Redação
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