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Game of Thrones inspira Everton Riberto na Seleção Brasileira

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A história é vivida em Sete Reinos, na região chamada de Westeros. Nela, muita disputa por poder, mistérios e reviravoltas a cada episódio. Com todos esses ingredientes, o meia Everton Ribeiro encantou-se com a série “Game of Thrones”, que acompanha semanalmente com a esposa Marília.

Longe de casa desde o dia 1º de junho pela preparação e disputa da Copa América, o jogador admitiu que tem feito o possível para acompanhar o "vicio". "Trouxe o laptop e vejo do jeito que eu posso", contou.

E o que ele vê na telinha o tem inspirado a buscar a vaga de titular na Seleção Brasileira. Com a atuação de altos e baixos do meio de campo na vitória por 2 a 1 sobre o Peru, no último domingo (14), em Temuco, o jogador passou a sonhar em disputar uma vaga na equipe com Douglas Costa e Philippe Coutinho, que está recuperado da lesão muscular que o afastou das últimas atividades comandadas pelo técnico Dunga e do primeiro jogo no torneio.

"Não existe muita relação com o futebol, apenas no momento de lutar pelo título, por uma posição de titular. Na série, eles estão sempre em guerra. E para o jogo é mais ou menos assim também. Nos preparamos bem para ver o que vai acontecer no momento da partida", comenta o meia.

A principal referência de Everton Ribeiro na série é o personagem Tyrion Lannister, interpretado pelo ator Peter Dinklage. Porém, apesar do apego, o jogador da Seleção Brasileira sabe muito bem que "Game of Thrones" não têm limites para encerrar ciclos.

"Gosto dos personagens de uma maneira geral. Gosto muito do anãozinho, que é inteligente. Mas não dá para torcer muito pelo personagem porque ele acaba morrendo (risos). A série acaba saindo do óbvio, do bonzinho sempre vencer. Você fica surpreendido, com raiva, mas nos prende muito", contou o jogador, de 26 anos.

Mas quem acha que a paixão de Everton Ribeiro pela série termina apenas com os seriados está enganado. O jogador gosta de colecionar miniaturas. E não são poucas que ele guarda em casa. Ao GloboEsporte.com, o ex-meia do Cruzeiro revelou todo orgulhoso a sua última aquisição.

"Ela me deu o trono de aniversário (o jogador completou 26 anos no último dia 10 de abril). Temos também algumas miniaturas dos personagens. É uma coisa legal, para guardar e que depois ficará para os filhos", revelou.

Fora o passatempo, Everton Ribeiro está focado em ajudar a Seleção na Copa América. Prestes a participar de duas partidas em Santiago, ambas pelo Grupo C da competição, o jogador tem boas lembranças de sua passagem pela cidade. Jogando a Libertadores pelo Cruzeiro no ano passado, ele ajudou a Raposa a bater o Univerdad de Chile por 2 a 0.

Mas não é apenas a boa recordação que chama a atenção da trajetória de Everton Ribeiro. Quando começou a jogar futebol, ainda garoto, o meia era destro. Destro? Isso mesmo. A habilidade com a canhota veio ao acaso. 

"Meu pai conta e eu acredito. Sempre gostei de jogar bola. Ia para os campos da minha cidade. Eu escrevo com a mão direita e chuto com a esquerda. Ele dizia que eu era tão fominha, que machuquei o dedão do pé direito e passei a chutar com a esquerda para não parar de brincar. Acabei virando canhoto por causa disso", revela.

Sobre a chance de ser titular da Seleção, Everton prefere deixar as escolhas para Dunga.  "Dunga diz que tem que jogar melhor do que os outros (que atuam no Brasil e na Europa porque Everton defende o Al Ahli, dos Emirados Árabes). Mais isso não vai mudar. Se eu fosse mal jogando no Brasil, as pessoas também iam comentar. O que eu posso fazer é continuar fazendo bem o meu trabalho para ter chances na Seleção".

O próximo compromisso da Seleção será na quarta-feira, contra a Colômbia, em Santiago.

Fonte: GloboEsporte.com

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