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Paulo Betti vai filmar história de Mandu Ladino no Piauí

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O governador Wellington Dias(PT) acaba de comunicar ao conselheiro Anfrisio Lobão , presidente do Tribunal de Contas do Estado, que o ator Paulo Betti vai filmar no Piauí a história do índio Mandu Ladino, escrita pelo representante do tribunal do ano de 1986.
 
Foto: O fuxico

Ator conheceu a história através do livro de
Anfrísio Lobão

O ator confirmou a execução das filmagens no Estado e afirmou ainda que o projeto terá patrocínio da Petrobrás. Wellington Dias também garantiu a Paulo Betti que o Governo do Estado dará apoio ao filme.

Anfrísio Lobão assim que soube da notícia concedeu os direitos autorais para que o filme seja rodado. Paulo Betti tomou conhecimento da história de Mandu Ladino no ano passado, quando esteve no Piauí para gravar cenas da novela ?Sete Pecados?. Ele foi presenteado pelo governador com uma edição do livro e após ler o material ficou encantado com a história.
 
A revolta de Mandu Ladino
 
O movimento iniciou-se pelo assassinato do fazendeiro Antônio da Cunha Souto, pelos indígenas, revoltados com a crueldade dele. A partir daí, o movimento contra os fazendeiros, liderado por Mandu Ladino, da tribo dos Cariris, batizado e educado pelos jesuítas na capitania de Pernambuco, ganhou fôlego, estendendo-se pelo sertão do Maranhão, do Piauí e alcançando o do Ceará. Muitos portugueses morreram e muitas fazendas foram arrasadas nessas regiões.
 
Com o auxílio dos aldeamentos jesuítas da região da serra da Ibiapaba, onde predominavam os Tabajaras, os fazendeiros portugueses organizaram uma grande expedição contra os revoltosos. Desse modo, partiu do Maranhão, em 1716, uma expedição chefiada por Francisco Cavalcante de Albuquerque à qual se uniu o Mestre-de-Campo da capitania do Piauí, Bernardo de Carvalho Aguiar. Mandu Ladino, entretanto, logrou escapar a estas forças, que entretanto, chacinaram os Aranis.
 
O movimento extingui-se com a morte por afogamento, nas águas do rio Parnaíba, do seu líder.
 
Fonte: Wikipédia
 
 

Flash de Yala Sena (direto do Palácio de Karnak)
Redação de Záira Amorim
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