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Kong apresenta o gorila nunca visto antes e tem Jorge Ben na vitrola

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Quando foi convidado para dirigir Kong: A Ilha da Caveira, o diretor Jordan Vogt-Roberts tinha na cabeça apenas uma resposta: Não. A ideia de apresentar a origem do gorila de maneira tradicional, aos moldes do que tanto se tem feito, não agradava ao diretor.
 
“Por que precisamos fazer um novo filme de King Kong? Nós o fizemos, nós o vimos, o público está realmente esperto hoje, há um monte de franquias lá fora, e as pessoas podem dizer instantaneamente: ‘Por que precisamos disso?’”, disse o diretor em entrevista ao site Den of Geek. 

Jordan duvidava que seria possível apresentar a personagem com uma abordagem original. Os produtores, porém, pediram que ele pensasse no assunto. Foi aí que o cineasta teve a ideia de juntar filmes de guerra, de aventura e referências pops e nerds ao longa e apresentar um roteiro em que bem e mal são um tanto nebulosos.

Com a resposta positiva da produção para a ideia, Jordan começou a trabalhar na história em que uma equipe viaja até a mítica Ilha da Caveira em busca de um cientista que desapareceu no local enquanto procurava um soro capaz de curar todas as doenças.
 
Eles não sabem, no entanto, que estão invadindo uma região repleta de monstros bizarros, gigantescos e perigosos. Principalmente, o grupo não esperava encontrar lá o Kong, um gorila gigante.
 
No filme, Kong ainda não tem o título de rei (por isso não é chamado, por enquanto, de King). Ele é o último da espécie e tenta defender a ilha de ameaças externas. Os humanos, por exemplo, são uma delas.

A trilha sonora de “Kong” contem clássicos do pop da década de 70, interpretados por David Bowie, The Stooges, Creedence Clearwater Revival e Black Sabbath. A música “Brother”, do álbum “A Taça da Liberdade”, de Jorge Ben Jor, aparece numa cena em que Brie Larson (finalmente) decide clicar com sua câmera os membros de uma tribo de nativos que habita a ilha.

Fonte: Correio Braziliense

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