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Seminário vai discutir mudanças na Rede de Ensino de Teresina

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A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deverá ser implementada por todas as escolas brasileiras, públicas e privadas, até o início do ano letivo de 2020, mas a Prefeitura de Teresina planeja concluir o processo de reformulação do currículo do Ensino Fundamental até o final de 2018. Para isso, realiza na segunda-feira (9), a partir de 7h30, o Seminário de Reformulação do Currículo de Teresina à Luz da BNCC.

O evento, que acontece no auditório do Tribunal de Justiça do Piauí, marca oficialmente o início dos trabalhos de revisão do currículo existente. Devem participar das discussões a equipe da Secretaria Municipal de Educação (Semec), diretores de escolas, coordenadores pedagógicos e professores, com contribuições coletivas de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.

A BNCC é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da educação básica. A partir dele, as redes de ensino elaboram ou revisam seus currículos para uma adequação, considerando a realidade local e as necessidades apontadas pelo coletivo.

De acordo com a secretária executiva de Ensino da Semec, Irene Lustosa, as novas especificações são no sentido de melhorar a qualidade do ensino como um todo, garantindo o direito dos alunos de aprenderem o que realmente precisam aprender a cada ano escolar. “A reformulação do currículo na Rede Municipal de Ensino de Teresina acontecerá de forma coletiva, valorizando as contribuições dos sujeitos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, que são alunos, professores, pedagogos, diretores e técnicos”.

 Irene conta que para viabilizar o processo, a Semec já deu início aos estudos e está instituindo comissões com grupos de trabalho. “Terão a incumbência de estudar o currículo da Rede e produzir os textos no novo currículo, alinhado com a BNCC. Nossa meta é utilizar o novo modelo para orientar o fazer pedagógico já no ano letivo de 2019”, conclui a secretária executiva.
 

Da redação
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