Cidadeverde.com
Política

Eleições: denúncias ao MPE no Piauí vão de abuso de poder a fake news

Imprimir


Foto:LídiaBrito/CidadeVerde.com

O procurador regional eleitoral, Patrício Noé, afirma que o Ministério Público Eleitoral tem recebido “muitas” denúncias relacionadas ao período eleitoral. Segundo ele, o Ministério está atento e todas as denúncias são analisadas.  

“Já recebemos e  estamos recebendo muitas denúncias. Tanto na própria Procuradoria da República, como via ouvidoria do Tribunal Regional Eleitoral. Muitos cidadãos encaminham para o TRE e o ouvidor encaminha para o Ministério Público Eleitoral  instaurar o procedimento. Se for coisa relativa a propaganda eleitoral ou conduta vedada, o Ministério Público  distribui para os procuradores eleitorais auxiliares que são  três. Dependendo  do caso,  ficamos com o próprio procurador  regional eleitoral”, destacou. 

Patrício Noé afirma que são várias os tipo de denúncias que já chegam ao Ministério Público Eleitoral.  “Temos denúncias de propaganda eleitoral extemporânea, propaganda ilegal, abuso de poder, conduta vedada a agente público, abuso de poder dos meios de comunicação  e Fake News”, afirmou. 

O procurador falou sobre o caso de repercussão nacional em que a coligação encabeçada pelo governador  Wellington Dias (PT) é acusada de ter pago influenciadores digitais para elogiar o candidato à reeleição.  

“Tem esse caso de repercussão nacional do Twitter. Eu nem sei usar isso. Esse passarinho solto no meio do mundo. E já está sendo investigado. Já temos investigações em curso. Os próprios partidos e coligações já estão ajuizando representação é só consultar no site da Justiça que você encontra. Já temos coligações.  No caso  das Fake News, nesse negócio dos passarinhos ( o símbolo do twitter é um passarinho), já tem coligação com a gaiola aberta querendo pegar esse passarinho. O candidato de uma coligação já ajuizou uma representação por propaganda indevida contra a outra coligação que seria beneficiada com as Fake News.  Para o Ministério Público o que importa mais é saber se ouve abuso de poder, com o pagamento. O que nos importa é na perspectiva macro com gravidade suficiente para abalar e interferir”, destacou.  

Lídia Brito
[email protected] 

Imprimir