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Novak Djokovic bate Kevin Anderson e decide o ATP Finals contra Alexander Zverev

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O sérvio Novak Djokovic não deu qualquer chance em quadra e massacrou o sul-africano Kevin Anderson para avançar à final do ATP Finals, torneio que reúne oito dos melhores tenistas da temporada. Em 1 hora e 15 minutos, o atual número 1 do mundo aplicou um duplo 6/2 no rival, que é o sexto colocado do ranking, e busca neste domingo o sexto título da competição, o que o igualaria em número de conquistas com o suíço Roger Federer.

Esta foi a oitava vitória de Djokovic sobre Anderson no confronto direto entre os dois no circuito profissional, sendo que nesta temporada os dois decidiram o título em Wimbledon, o Grand Slam britânico, em julho, e o sérvio levou a melhor por 3 sets a 0.

Neste domingo, às 16 horas (de Brasília), a decisão do ATP Finals será entre Djokovic e o alemão Alexander Zverev, que mais cedo surpreendeu e derrotou Federer em sets diretos. O duelo não será inédito nesta edição, pois os dois se enfrentaram na última quarta-feira, pela segunda rodada do Grupo Guga Kuerten, e o sérvio venceu por 2 sets a 0. No retrospecto geral, o número 1 do mundo leva vantagem por 2 a 1.

Na tentativa de se igualar a Federer no ATP Finals, Djokovic chega pela sétima vez na final - o suíço jogou 10. O primeiro título do sérvio foi em 2008, na China. Depois venceu quatro edições seguidas entre 2012 e 2015, ficando com o vice em 2016 ao perder a decisão para o britânico Andy Murray.

Desde a conquista do título em Wimbledon, Djokovic tem tido um desempenho quase perfeito - venceu 35 dos últimos 37 jogos que disputou. Seus únicos algozes foram o grego Stefanos Tsitsipas, nas oitavas de final do Masters 1000 de Toronto, e o russo Karen Khachanov, na decisão do Masters 1000 de Paris. Neste segundo semestre, também conquistou títulos em Cincinnati, no US Open e em Xangai.

Em quadra, Djokovic não deu qualquer chance para Anderson. No seu saque, só perdeu sete pontos, sendo dois no segundo set. Fez mais aces (6 a 4) em um dos melhores sacadores do circuito profissional e foi melhor no número de winners (18 a 12) e erros não forçados (14 a 27).

Fonte: Estadão Conteúdo

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