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Família de morto no Ninho entra com ação contra presidentes de Fla e CBF

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A defesa de Rosana de Sousa, mãe de Rykelmo, uma das vítimas fatais do incêndio que atingiu o alojamento da base no Ninho do Urubu, entrou com ação para o indiciamento de Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, e Rogério Caboclo, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Esta é a primeira ação da qual o Flamengo é alvo desde o incêndio, que aconteceu no dia 8 de fevereiro.

"Entrei com uma ação há cerca de 20 dias. Pedi o indiciamento do presidente [Rodolfo Landim] e do presidente da CBF [Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo]. O Flamengo não manteve mais contato, ninguém falou mais nada", disse a advogada Gislaine Nunes.

Rykelmo e outros nove jovens morreram em um incêndio no CT do Flamengo em fevereiro deste ano. Até o momento, o clube entrou em acordos com as famílias de Athila Paixão e Gedson Santos, o Gedinho, e com o pai de Rykelmo.

Além disso, o incêndio fez com que Cauan Emanuel, Francisco Dyogo e Jonathan Ventura ficassem internados. Cauan e Francisco Dyogo já estão reintegrados à base rubro-negra. Já Jonathan Ventura, que teve 30% do corpo queimado e recebeu alta no dia 13 de abril, ainda se recupera. 

Ele tem apoio médico do Flamengo, que vem acompanhando a situação de perto.

ALEXANDRE ARAÚJO E LÉO BURLÁ
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS)

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