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O River parte para o terceiro técnico em 2 meses

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Já foi amplamente comentado que o River Atlético Clube era apontado como o maior candidato ao título piauiense de 2020 e com possibilidades de fazer uma boa campanha na Copa do Nordeste. 

Foto - River AC

Começou o ano sob o comando de Márcio Goiano e com empate de 1 x 1 em Recife, na abertura da competição regional. Na competição local o início foi dos mais fracos com derrotas e empate. Goiano deixou o clube e Zé Roberto dirigiu a equipe na vitória sobre po CSA por 3 x 1. 

Em seguida veio Marcelo Vilar e com ele os resultados foram piorando, ao ponto do River ficar ameaçado de rebaixamento no Campeonato Piauiense. Sai Vilar e volta interinamente Zé Roberto. E o próximo titular do cargo está a caminho.

Está claro, porém, que o problema do River não é técnico. Como o presidente Genivaldo Campelo e os técnicos não abriram o jogo, as dúvidas continuam. Será mesmo que os jogadores do tricolor estão entre os piores do futebol piauiense da atualidade ? Se não estão, o que está acontecendo ?

Na temporada de 2020 o River disputou 16 jogos. É esta a campanha:

Amistoso - River 2 x 3 Sampaio Corrêa.

Copa do Brasil - River 1 x 0 Bahia e River 1 x 1 América-RN.

Copa do Nordeste - River 1 x 1 Náutico, River 3 x 1 CSA, River 2 x 3 América-RN, River 0 x 2 Confiança, River 0 x 1 Imperatriz e River 0 x 4 Ceará.

Campeonato Piauiense - River 1 x 2 Picos, River 1 x 1 Piauí, River 0 x 1 Parnahyba, River 5 x 1 Timon, River 0 x Flamengo, River 1 x 2 4 de Julho e River 0 x 1 Altos.

Total de jogos realizados - 16; Vitórias 03; Derrotas 09; Empates 04.

É uma campanha lamentável para a agremiação tricolor. O momento exige do presidente Genivaldo Campelo muíta serenidade para buscar soluções para os problemas existentes visando o que vem pela frente. Os prejuizos técnicos e financeiros são graves.

Mudar o panorama é tarefa difícil, complicada mesmo, porém o melhor caminho precisa ser encontrado. 

Que os bons riverinos ajudem e que as decisões a serem tomadas não tragam mais prejuizos, inclusive evitando ações trabalhistas vindas de quem nada fez de bom pelo futebol tricolor.

Dídimo de Castro
[email protected]

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