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Política

Fábio Novo defende mapear potencialidade dos bairros para gerar emprego e renda

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O pré-candidato a Prefeitura de Teresina, deputado estadual Fábio Novo, acredita que para gerar mais emprego e renda na pós-pandemia Covid-19  será preciso mapear as potencialidades de cada região de Teresina para promover maior rentabilidade nos bairros, como melhorar o uso dos centros de produções e das atividades comerciais e sociais nas comunidades. 

"Muitos empregos foram perdidos, é preciso ter olhar criativo e empreendedor. É preciso ir aos bairros; os centros de produções estão abandonados. É preciso se consultar o que de melhor se tem nos bairros e, de maneira criativa, começar a investir valores, que, às vezes, nem são tão grandes, mas que podem gerar empregos".

"Eu estou acompanhando um projeto na Santa Maria da Codipi que é de reciclagem de lixo, através de uma emenda que nós estamos destinando, e com R$ 50 mil vai gerar 49 novos empregos", cita Novo. 

Sobre a pandemia, Fábio Novo também comenta que vai deixar um legado de leitos de UTI, que antes o Piauí só tinha 48 e agora já chega a 400 leitos, apesar das centenas de mortes que o Piauí já registra pela Covid-19. Pós-pandemia deixará uma estrutura de sistema de saúde melhor no estado, reconhece. 

"No pós-pandemia, se os gestores foram inteligentes em seus municípios vão deixar um legado. Nesses quatro meses, o estado também está recebendo recursos extras e aumentou o número de UTIs em Parnaíba, Campo Maior, Picos, Floriano.  Está se abrindo as primeiras UTIs no extremo Sul do Piauí, que antes não se tinha nenhum leito: Corrente vai ficar com UTI, São Raimundo Nonato já está com UTI, Bom Jesus vai inaugurar 10 leitos de UTI para desafogar a capital".

Transporte 

Em relação ao transporte público, o deputado afirma que "Teresina precisa pagar o que deve às empresas", mas que precisa ter uma estratégia melhor de transporte na capital, "não se pode ter uma estratégica única". 

 O deputado alerta que Teresina não pode pensar o transporte apenas nessa modalidade de ônibus, "tem que casar com o metrô, pensar em mais ciclovias, nas bicicletas elétricas, é preciso interligar". 

"Teresina não pode viver sem essas empresas. Precisa ter uma relação melhor e pagar o débito, que é alto, chega a ser milionário, com as empresas de ônibus". Novo diz ainda que "a integração não deu certo,antes da integração para sair de casa e ir até um destino as pessoas gastavam de 20 a 30 minutos, hoje elas estão gastando duas horas". 

Educação


Fabio Novo ressalta que há muitas coisas boas em Teresina, principalmente na Educação, que não reconhecer seria "hipocrisia", mas pode melhorar. Ele reconhece com o bom desempenho da busca ativa das escolas pelos alunos e o uso da internet para que as aulas continuem ocorrendo durante a pandemia. Ele comenta que é importante casar a educação com o esporte e a cultura.  Novo defende ampliar o acesso à arte nas escolas. 

"Eu conheci a escola Antônio de Almendra, uma escola pública, do estado, no Dirceu II, que tem uma estratégica extraordinária de motivar pais, alunos e professores. Nenhum aluno está fora (dos estudos) na pandemia. Todos estão estudando, eles fazem a busca ativa. Eles vão de casa em casa, tem aluno que não tem internet, e eles vão em casa e entrega o material. Essa escola de ensino médio tem nota 5 do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)". 

 

Carlienne Carpaso
[email protected] 

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