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Rede Feminina de Combate ao Câncer escolhe mascote

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Foto: Divulgação

Após um criterioso processo de seleção e votação, por meio de um concurso virtual, a Rede Feminina de Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI) juntamente com os internautas, escolheram o desenho que representará a mascote oficial da instituição. A obra ganhadora, denominada ‘Rosa’, é símbolo de delicadeza e força para os pacientes que estão em tratamento oncológico.

A vencedora do concurso, Mariana Ribeiro Silva Oliveira, que é ilustradora digital, conta como ficou sabendo da ação e quais foram as inspirações que ajudaram a dar vida a mascote. “Fiquei sabendo do concurso por uma amiga minha, que me incentivou muito a participar. E após ler o edital comecei a fazer a criação do desenho da mascote com inspiração em leituras sobre o combate ao câncer e a luta que os pacientes oncológicos, sobretudo as mulheres, encaram para vencer essa doença. Além disso usei também como referência alguns personagens fictícios de filmes e séries”, disse a participante.

A ilustradora também ressalta a importância do poder representativo que a mascote terá para os pacientes que estão em tratamento oncológico. “A mascote foi pensada na capacidade de representar o máximo de mulheres, por isso que ela não tem uma idade definida, mas é uma adulta que foi diagnosticada com câncer e está em tratamento oncológico, sem perder a graça, a beleza e sua leveza,” destaca Mariana.

Por fim, Mariana descreve os elementos simbólicos que compõe sua criação da mascote. “Os elementos que a mascote utiliza, que são as luvas de boxe, simbolizam a luta, as dificuldades e as conquistas dos pacientes oncológicos. Já a flor que ela carrega na mão representa a delicadeza e o perfume. E por último os corações, que são uma assinatura minha para as criações”, finaliza a ilustradora.

A nova mascote em breve tomará conta das redes sociais e ações externas da instituição, como pontuou a presidente da RFCC-PI Carmen Campelo. “O objetivo agora é deixá-la ainda mais linda e comunicativa, para interagir através das redes sociais com todas as crianças, adolescentes e pacientes assistidos pela instituição”, disse a voluntária. 

Da Redação
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