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Tradição japonesa marca cerimônia de abertura das Olimpíadas

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 Foto: Alfredo Falcone/LaPresse/DiaEsportivo/Folhapress

Com roupas usadas por bombeiros no passado, bailarinos homenageiam esses profissionais e fazem referência à marcenaria, arte histórica do país na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.

Depois, performance do premiado bailarino japonês Kazunori Kumagai. Ao final, aros olímpicos, de quatro metros de diâmetro, feitos de madeira, entram individualmente no estádio acompanhados por lanternas, mais uma marca da cultura japonesa, e são montados no centro da arena.

Os aros foram fabricados a partir de pinheiros plantados após os Jogos de Tóquio de 1964, quando atletas de todo o mundo trouxeram sementes e plantaram árvores no país. Após a montagem, mais fogos de artifício.

PREMIAÇÃO
Muhammad Yanus, empreendedor social e economista de Bangladesh, é o homenageado deste ano. Ele venceu o Nobel da Paz em 2006 por seu trabalho com as classes mais pobres.

Yunus agradece pelo prêmio remotamente por causa da pandemia e deseja sorte aos atletas.

O prêmio olímpico é concedido pelo COI para pessoas notáveis nas áreas de cultura, educação, desenvolvimento e paz.

Brasil desfila com delegação curta

A delegação do Brasil, composta por apenas quatro pessoas, desfilou na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.

Bruninho (vôlei) e Ketleyn Quadros (judô) foram os porta-bandeiras do país. A delegação também foi composta por Marco La Porta, chefe da missão do país, e uma funcionária administrativa.

O Brasil foi a 151º delegação a chegar ao Estádio Nacional de Tóquio. Todos usavam chinelos, e os dois atletas sambaram durante a entrada.

 

 

Fonte: Folhapress

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