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Felipão prioriza Brasileirão e prevê '6 ou 7 jogos' para o Grêmio sair da degola

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A vitória sobre o Cuiabá por 1 a 0, na quarta-feira, em Cuiabá, em jogo atrasado da quinta rodada, deu um certo alívio para o Grêmio no Campeonato Brasileiro, mas não o tirou da zona de rebaixamento. 

Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Ainda em 19.º e penúltimo lugar com 13 pontos, o time gaúcho tem quatro a menos, e um jogo a menos, que o próprio rival do Mato Grosso, o último fora da degola. Por isso, o técnico Luiz Felipe Scolari já decidiu: a prioridade é o Brasileirão.

Felipão prevê mais alguns jogos até conseguir deixar a zona de rebaixamento. O treinador se disse realista, apesar de projetar um aproveitamento de cerca de 60% sob o seu comando para iniciar a fuga da degola. 

E espera o Grêmio fora dessa situação no início do returno. "Sou realista, não adianta inventar história. Temos que nos deparar com uma realidade de que vai levar uns seis ou sete jogos para sair", afirmou.

O treinador também frisou a prioridade ao Brasileirão. Garantiu que ainda irá pensar no confronto contra o Flamengo, pelas quartas de final da Copa do Brasil, mas que o objetivo é deixar a situação incômoda. "Vamos concentrar forças e ideias para isso Nosso pensamento é no jogo de sábado (contra o Bahia)", assegurou.

O treinador também minimizou o episódio em Canoas (RS), na comemoração de aniversário do zagueiro Paulo Miranda. O episódio gerou polêmica no início da semana, após a derrota para o São Paulo.

"Estavam em uma festa na casa de um colega. Todas as medidas foram tomadas, dentro dos protocolos", garantiu.

O Grêmio volta a campo neste sábado para enfrentar o Bahia, às 19 horas. A partida, válida pela 17.ª rodada do Brasileirão, acontece na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. "Vamos pensar no jogo de sábado. 

Porque já temos alguns problemas com cartões, lesões, aí as dificuldades deverão ser acrescidas a isso para o jogo de sábado. Mas nosso campeonato é o Brasileiro. Depois vamos ver como enfrentar o Flamengo no jogo de quarta-feira", reiterou o técnico. 

Fonte: Estadão Conteúdo

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