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Centros de Convivência de Teresina devem retomar atividades presenciais neste mês

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Foto: Ascom/Semduh

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), através do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), informou que prevê o retorno presencial das atividades dos Centros de Convivência neste mês de outubro. Desde junho de 2021, as atividades com os grupos têm ocorrido de forma híbrida.

O SCFV tem ofertado ações remotas devido a pandemia do Covid-19 utilizando contatos telefônicos, grupos de WhatsApp e entrega de kits sócio pedagógicos aos usuários para realização de atividades em domicílio. Segundo o Serviço de Convivência, as visitas domiciliares estão ocorrendo somente quando estritamente necessário, seguindo todos os protocolos de segurança orientados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

De acordo com a coordenadora do SCFV, Socorro Bento, as unidades estão tomando os devidos cuidados contra a Covid-19 a fim de evitar a contaminação dos públicos assistidos.

“A orientação é que os Centros de Convivência abram estes espaços e os atendimentos a depender do seu espaço físico. Espaço arejado, embaixo de árvore, espaços abertos com distanciamento. Aqueles espaços que não têm como comportar pessoas com distanciamento a gente não permitiu ainda. Então, estamos andando, acredito que em outubro todos os profissionais já estejam vacinados e podemos voltar com um grupo maior de 10 pessoas”, esclareceu.

Socorro Bento reforça que mesmo com as medidas de restrições os públicos dos Centros de Convivência têm recebido os atendimentos e desenvolvido as atividades propostas ao mês.

“As atividades ocorrem desde 2020 seguindo todas as medidas de segurança. A gente faz visitas, leva as atividades. Também temos grupos de aplicativos de reuniões. No mês passado, tivemos o aniversário de Teresina, nossa temática estava voltada toda para Teresina. Aquelas idosas que não se sentiram seguras para participar presencialmente, participaram por telefone ou por aplicativo. Alguns idosos fizeram até visitas ao museu. Mas isso depende muito da segurança do idoso, que já se sente seguro ou não para sair e participar”, ressaltou.

Da Redação
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