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São Paulo confirma segundo caso de sarampo; outros 25 estão em observação

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Foto: Divulgação/ Ministério da Saúde

Em 2022, o estado de São Paulo registra nesta nesta quarta-feira (13) dois casos de sarampo, sendo um deles na capital paulista e outro em São Vicente, no litoral sul. O estado ainda mantém mais 25 casos suspeitos em observação.

A única forma de prevenção da doença é a vacinação, que nos últimos anos teve a procura muito abaixo dos níveis ideais, de 90% –no ano passado foram vacinados apenas 60,7% do público-alvo, segundo informações do DATASUS do Ministério da Saúde.

A vacina indicada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola ao mesmo tempo, e o esquema é considerado completo após duas doses, sendo a primeira aplicada com um ano de idade e a segunda entre quatro a seis anos.

"A conscientização dos pais e responsáveis sobre a importância da imunização de rotina e não apenas em momento epidêmico ou pandêmico, como o atual, é fundamental para proteger as crianças. A orientação aos menores sobre a higienização correta das mãos e cuidados de prevenção também deve ser replicada em conjunto com exemplo a partir dos adultos de sua convivência.", diz nota da Secretaria Estadual de Saúde.

Este ano, a campanha de vacinação contra o sarampo acontece junto com a da gripe. O público-alvo principal são crianças com idade entre seis meses e cinco anos.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa e comum na infância. Ela costuma se apresentar por meio de tosse persistente, irritação nos olhos, manchas corporais e pode evoluir para lesão cerebral e até mesmo morte. Segundo a Fiocruz, sua letalidade está entre 5 a 10% a depender das condições sanitárias locais.

A transmissão acontece entre pessoas por meio da fala, tosse, espirro e até mesmo respiração.

HISTÓRIA RECENTE

Em 2021, foram 9 casos confirmados no estado de São Paulo, e em 2020, 883, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Em 2016, o Brasil havia recebido um certificado de erradicação do vírus do sarampo, porém em 2019, após um alto número de casos, mais de 20 mil, o certificado foi retirado.
No ano de 2019, inclusive, a doença matou 207.500 pessoas em todo o mundo, sendo 15 delas no Brasil.

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Fonte: Folhapress

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