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Picos

Em três meses, 50 cirurgias neurológicas são realizadas no Hospital Regional

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Foto: Ascom/Fepiserh

O Hospital Regional Justino Luz, em Picos, realizou a 50ª cirurgia neurológica nesta quarta-feira (25). O serviço foi implantado no dia 21 de fevereiro com a missão de atender a demanda neurológica de toda a macrorregião de Picos. O planejamento é de ampliação contínua desse número.

O Centro Cirúrgico do Hospital Justino Luz é uma ação do Governo do Estado para descentralizar a assistência da capital para o interior, aumentando o número de salas cirúrgicas na rede hospitalar estadual.

"A implantação do serviço de neurocirurgia no Hospital Justino Luz reduziu a transferência de pacientes da região que precisavam fazer algum procedimento e eram encaminhados para Teresina. Agora, esses pacientes são atendidos em Picos, com mais rapidez e menor risco de morte ou de sequelas, já que o tempo de espera reduz consideravelmente. São pacientes com traumas ou  AVC, que geralmente estão em situação grave.  São mais vidas salvas”, destaca a  diretora técnica da Fepiserh, Nara Nunes. 

Só em 2021, cerca de 250 pacientes precisaram ser regulados para outras unidades para realização de neurocirurgias. Para a realização desse procedimento, o Hospital Justino Luz conta com uma equipe de neurocirurgião com plantão 24 horas.

“O serviço de Neurocirurgia do HRJL reduziu a mortalidade de pacientes com trauma craniano e AVC hemorrágico, com um número significativo de 50 cirurgias realizadas, além de milhares de atendimentos e centenas de internações, sem dúvidas um grande avanço para região”, explica o diretor técnico do Hospital, Dr. Tércio Luz. 

O presidente da Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares, Ítalo Rodrigues, destaca o avanço dos serviços do Hospital Justino Luz, que tem recebido investimentos contínuos apara ampliação dos serviços e melhoria da infraestrutura. “ Realizar 50 cirurgias em menos de três meses mostra a capacidade operacional do Justino Luz em atender pacientes com demanda neurológicas, cirurgias consideradas de alta complexidade”, afirma o presidente.

Paula Monize

Com informações Ascom/Fepiserh

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