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Número de óbitos por Covid-19 tem crescimento de 200% no Piauí

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Foto: UOL/Folhapress

O número de óbitos por Covid-19 teve um crescimento de 200% no Piauí. Dados do Boletim Epidemiológico, da 27ª semana (03 a 09 de junho) confirmam o aumento nos últimos sete dias. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) fez um alerta e reforça a necessidade da vacinação contra a prevenção de casos graves e mortes pelos vírus.

Segundo o documento, a média móvel de óbitos por Covid-19 saltou de 01 na 26ª semana para 03 na 27ª. Os casos da doença também obtiveram um aumento de 18%, passando a média móvel de 338 para 477 nos últimos sete dias. Até o dia 09 de julho foram confirmados 4.394 casos positivos de Covid-19 e 30 mortes em decorrência da doença. 

Em se tratando do indíce de transmissibilidade do vírus, o cenário atual é de alta: passou de 1,19 para 1,54. As internações por Covid-19 também estão em alta no estado. A ocupação dos leitos clínicos saiu de 104 para 147, as UTI’s também estão com sua taxa de ocupação em crescimento, saltando de 17 para 36. O único dado que apresentou uma queda pequena foi a ocupação de leitos de estabilizando, que saiu de 07 para 06 a taxa. 

Diante da situação, a Sesapi orienta a população piauiense para que complete o esquema de vacinação, com todas as doses necessárias já disponíveis para a sua faixa etária. “Nós pedimos ao povo do Piauí que procure os postos de saúde de seus municípios e tomem suas vacinas, e voltem para receber as suas doses de reforço e que também cumpram as medidas de prevenção da doença. A vacina é fundamental para evitarmos às complicações do vírus”, lembra o secretário de Estado da Saúde, Neris Júnior. 

No Piauí, a vacinação contra a Covid-19 está direcionada a toda população acima de 05 anos de idade. Para aqueles maiores de 12 anos a vacina já está disponível também como reforço, que deve ser tomado 04 meses após a segunda dose e para os maiores de 18 anos a segunda dose de reforço também está liberada e deve ser aplicada também no prazo de 04 meses após a primeira dose de reforço.

Paula Monize

*Com informações da Sesapi

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