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'Nunca pus os pés lá', diz Whindersson Nunes sobre ação de despejo

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Foto: Leo Franco/AgNews

O comediante Whindersson Nunes, 27, desabafou sobre o seu atual momento e pela ação de despejo na Justiça contra ele por um suposto não pagamento de aluguéis.

"Mês passado eu paguei R$ 8.000 reais em pedras pra jardim. Detalhe: eu não tenho jardim. Hoje eu fui despejado de um lugar que eu nunca pus os pés dentro", declarou.

O humorista foi alvo de um processo que tramita na Justiça de São Paulo por falta de quitação de débitos em dois escritórios, e a ação tem o valor de quase R$ 90 mil.

Em demais postagens, Nunes também reclamou dos pedidos de ajuda que recebe diariamente. "É frustrante demais o dia a dia, trabalhar pela felicidade dos outros é a sina do palhaço", disse.

"Metade de todo meu custo mensal são os 'pra você não custa nada'. Todo áudio que eu escuto no WhatsApp, dependendo do tempo do áudio, vai me custar entre R$ 1.500 e R$ 3.000", desabafou.

Entenda o caso

O comediante Whindersson Nunes, 27, é alvo de uma ação de despejo de alguns escritórios alugados por ele na zona oeste de São Paulo. Por não ter pago aluguéis, ele tem 15 dias para deixar os imóveis para que a Justiça não tenha que fazê-lo. A locatária pede na ação um valor de quase R$ 90 mil.

A informação foi divulgada pela colunista Fábia Oliveira e confirmada pela Folha de S.Paulo. De acordo com ação do Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz do caso julgou procedente o pedido de despejo e o pagamento por parte do humorista referente aos aluguéis, multas e encargos.

Ainda de acordo com os autos, Whindersson não entrou com nenhuma impugnação ao teor do documento nem com qualquer comprovante de que teria quitado as dívidas. Procurado, ele não respondeu as solicitações.

Recentemente, em um podcast, Nunes disse que tem muito receio de aceitar fazer publicidade para empresas suspeitas. "De ontem para hoje eu já neguei receber R$ 10 milhões. Daqui oito anos vão investigar a empresa e ver que eu fiz uma publicidade para eles. Não quero", disse ele no PrimoCast.

Fato semelhante aconteceu com Deolane Bezerra e Tirullipa que aceitaram fazer trabalhos para um site de apostas que agora é investigado pela polícia.

 

Fonte: Folhapress 

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