Cidadeverde.com
Últimas

Susana Vieira fala sobre Covid e relembra medo de morrer: 'Não estava preparada'

Imprimir

Foto: Rodrigo Adao / AgNews

Após testar positivo para covid-19 em julho, Susana Vieira precisou ser internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI) para tratar sequelas da doença, no início de agosto. Além do vírus, a atriz seguiu enfrentando a leucemia, diagnosticada em 2015. Ao programa Fantástico, da TV Globo, no domingo, 21, ela relembrou as sensações durante esse período hospitalizada.

"A leucemia foi maravilhosa junto com a covid, ela não se abalou, ela ficou quieta. Como se fosse: essa mulher não merece duas coisas ao mesmo tempo", relatou Susana. Mas apesar disso, a atriz temeu pela morte. "Foi a primeira vez que eu tive [medo de morrer]. Eu sentia verdadeiramente que ali eu poderia ir embora. Eu não estava preparada, eu tinha que me preparar ou eu não podia ter ficado tão à mercê dessa doença", disse emocionada.

Segundo Susana, para estar preparada, precisa concretizar alguns desejos pessoais, como finalizar seu livro, fazer o último trabalho na televisão e ver os netos casarem. "Eu preciso da minha família para poder ter o lado emocional misturado com essa Susana corajosa, enfrentadora, sem medo, sem precisar pedir nada para ninguém, a não ser agradecer", disse emocionada.

Diagnóstico de leucemia

Em 2020, durante participação no programa Altas Horas, da TV Globo, Susana Vieira falou sobre o diagnóstico de leucemia.

"O médico falou friamente: 'A senhora está com uma leucemia linfocítica'. E depois perguntei: 'Quanto meses eu tenho?'. Aí ele me deu uma notícia, que por um lado é boa e por outro não: que minha leucemia não pode ser operada, ela é crônica, então tenho um câncer como se fosse uma bomba dentro de mim, mas que me estimula a dizer que vou vencer, que isso não me pertence", disse.

E completou: "Tenho anemia hemolítica, duas doenças raras e difíceis, mas que com minha alegria e bom humor eu até consigo brincar com isso. Posso continuar vivendo e é essa alegria que me mantém saudável."

 

Fonte: Estadão Conteúdo 

Imprimir