Cidadeverde.com
Esporte

Antony é anunciado como novo reforço do Manchester United para a temporada

Imprimir

O Manchester United anunciou nesta terça-feira a contratação do atacante Antony, ex-São Paulo. O acerto com Antony acontece após longa negociação com o Ajax, que fez jogo duro para vender o atleta de 22 anos.

Segundo a imprensa europeia, o negócio gira em torno de 100 milhões de euros (R$ 500 milhões na cotação atual).

Antony desembarcou na Inglaterra nesta segunda-feira, quando passou por exames médicos e assinou com o Manchester United.

De acordo com Fabrizio Romano, jornalista italiano especialista no mercado de transferências, o contrato do jogador vai até 2027, com opção de renovação automática até 2028. O tempo de vínculo não foi divulgado oficialmente.

O desejo de Antony em vestir a camisa do Manchester United para que a negociação fosse concretizada.

Antes de fechar o negócio em 100 milhões de euros, o Ajax recusou outras duas propostas do time inglês, sendo a última no valor de 90 milhões de euros (R$ 453,72 milhões). A transação é a maior da história do futebol holandês.

Em pouco mais de duas temporadas pelo Ajax, Antony fez 82 jogos e marcou 25 gols. No Manchester United, ele se juntará aos brasileiros Fred e o recém-contratado Casemiro.

O volante de 30 anos da seleção brasileira é o principal reforço dos ingleses nesta temporada, sendo adquirido junto ao Real Madrid por 70 milhões de euros (aproximadamente R$ 365 milhões), se despedindo da equipe espanhola como ídolo após nove anos e diversos títulos

Quanto o São Paulo vai receber pela venda de Antony?

O São Paulo irá receber aproximadamente 19,1 milhões de euros (cerca de R$ 96,6 milhões) pela venda de Antony pelo Ajax ao Manchester United.

O tricolor paulista vendeu o atacante aos holandeses em 2020 por 16 milhões de euros (R$ 74 milhões na cotação da época). Na negociação, o clube brasileiro acertou em ficar com 20% do lucro de uma futura venda.

Parte do montante, cerca de R$ 17 milhões, diz respeito aos 3,5% que o São Paulo tem direito na negociação pelas regras do mecanismo de solidariedade da Fifa.

Fonte: Estadão Conteúdo

Imprimir