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São Paulo arranca empate com o Cuiabá e amarga quinto jogo seguido sem vencer

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O São Paulo não voltou a triunfar, mas evitou a quinta derrota seguida ao empatar com o Cuiabá neste domingo, na Arena Pantanal. Chamado de "burro" pela torcida são-paulina, Rogério Ceni viu seu time jogar mal, mas buscar um empate por 1 a 1 na raça e na sorte. 

Foto - Divulgação - Asscom Dourado

Ex-Palmeiras, Deyverson foi às redes pelos anfitriões, que deram azar com Marllon. O zagueiro marcou contra na etapa final e definiu o resultado, considerado bom pelo time paulista em virtude da apresentação fraca na capital do Mato Grosso.

O São Paulo tem 30 pontos e não consegue se distanciar do perigo São cinco pontos para a zona de rebaixamento, a qual o Cuiabá deixou com o empate que levou a equipe mato-grossense aos 26 pontos.

No fim, a torcida são-paulina, em peso na Arena Pantanal, gritou "é quinta-feira", em referência à data do jogo mais importante do ano para o São Paulo. O time levou 3 a 1 do Atlético-GO no jogo de ida das semifinais da Sul-Americana e tem de ganhar por três gols no Morumbi para ir à final.

O Cuiabá tem o pior ataque do Brasileirão, mas ignorou as estatísticas ruins e mostrou poder de fogo ao se impor em casa diante de um São Paulo quase reserva, que deu espaços na defesa.

 Os anfitriões precisaram de pouco tempo para abrir o placar com Deyverson, cobrando pênalti que Ferraresi cometeu em André Luis

Perdida, a equipe de Ceni careceu de articulação. Jogou espaçada e deixou sozinho Bustos, responsável pelo comando de ataque sem Luciano e Calleri. Os visitantes se irritaram com as provocações de Deyverson, rendendo um amarelo a Welington.

Para piorar, no início do segundo tempo, o lateral-esquerdo fez falta em André Luís e foi expulso. O cenário era totalmente adverso, tanto que Ceni chegou a ser chamado de burro pelos são-paulinos nas arquibancadas.

Mas, se não deu na técnica, deu na raça e na sorte. A derrota foi evitada graças a um gol contra marcado por Marllon. O defensor deu azar ao ver a bola bater em seu braço e entrar. 

Nos minutos finais, mesmo com um a menos, o São Paulo intensificou a pressão. Não chegou, porém, ao segundo gol. O empate tem de ser comemorado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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