Cidadeverde.com
Esporte

Jorginho é anunciado como técnico do Vasco para reta final da Série B

Imprimir

O Vasco anunciou nesta terça-feira a contratação de Jorginho para assumir o cargo de treinador, que vinha sendo exercido interinamente por Emílio Faro desde a demissão de Maurício Souza, em julho.

Foto - Vasco - Divulgação

Ele chega acompanhado dos auxiliares Joelton Urtiga e João Roberto, com contrato válido até o fim da Série B.

Esta será a terceira passagem do técnico de 58 anos pelo clube, comandado por ele pela última vez em 2018. A primeira experiência foi entre 2015 e 2016, ano em que foi campeão carioca e conquistou o acesso à Série do Brasileirão.

Neste retorno, Jorginho tentará devolver o Vasco à elite do futebol nacional mais uma vez. O time cruzmaltino está dentro do G-4, mas vive a ameaça de sair da zona de acesso.

Derrotado por 1 a 0 pelo Brusque no último sábado, terminou a 28ª rodada em quarto lugar, com 45 pontos, quatro acima do quinto colocado Londrina. Restam dez rodadas para o fim da competição.

O novo técnico vascaíno começa a trabalhar já nesta terça-feira, em preparação para um dos duelos mais difíceis desta reta final.

O próximo adversário será o Grêmio, em duelo marcado para as 16 horas de domingo, na Arena gremista. O time porto-alegrense também vai estrear um novo comando, pois trocou Roger Machado por Renato Gaúcho.

Demitido do Atlético-GO no dia 27 de agosto, Jorginho ficou menos de duas semanas desempregado. No clube goiano, brigou contra o rebaixamento no Brasileirão o tempo inteiro, mas teve bons momentos na Copa do Brasil e na Sul-Americana.

Depois de ser eliminado pelo Corinthians no mata-mata nacional, empatar com o Cuiabá e perder o clássico para o Goiás em seguida, acabou dispensado.

Neste ano, o treinador também foi gerador de polêmicas por seus comentários sobre o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira. Em algumas oportunidades, criticou comportamentos de Abel à beira do gramado e disse que o português recebia um tratamento diferente daquele que é dado aos treinadores brasileiros.

Fonte: Estadão Conteúdo

Imprimir