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Itália derrota Hungria, em Budapeste, e está na semifinal da Liga das Nações

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Em um duelo no qual as duas seleções não vão estar na Copa do Catar, Hungria e Itália decidiram o representante do Grupo 3 da Liga A na semifinal da Liga das Nações.

E a vaga ficou para os italianos, que venceram os Húngaros, em Budapeste, por 2 a 0, gols de Raspadori e Dimarco, um cada tempo.

Com o resultado, a Itália, ausente do segundo Mundial consecutivo, alcançou os 11 pontos, um a mais que a Hungria. A Alemanha terminou com sete, após sensacional empate por 3 a 3 com a Inglaterra, no Estádio de Wembley, em Londres. Os ingleses, com apenas três pontos, foram rebaixados para a Liga B

A Itália se junta a Croácia e Holanda, que também estão nas semifinais. Nesta terça-feira, em Braga, Portugal e Espanha decidem a última seleção classificada.

Em Budapeste, a Itália começou com forte marcação na saída de bola da Hungria, que apostava nos contra-ataques para ratificar a classificação.

Mas Raspadori, que já havia feito o gol da vitória sobre a Inglaterra na rodada anterior, voltou a ser decisivo, ao abrir o placar, após falha da zaga adversária, aos 26 minutos de jogo.

O segundo tempo foi bem disputado. A Hungria teve três oportunidades no mesmo lance para empatar, mas o castigo veio na sequência. Cristante cruzou da direita e Dimarco desviou para ampliar a vantagem italiana.

A Hungria se lançou ao ataque e Styles finalizou duas vezes com perigo, mas parou nas belas intervenções do goleiro Donnarumma.

REBAIXADA

Em Londres, Inglaterra e Alemanha honraram a tradição das duas seleções com um grande duelo, que terminou empatado por 3 a 3. No primeiro tempo, os ingleses foram melhores, com Kane e Sterling tendo chances para marcar.

No segundo, a Alemanha veio muito melhor e parecia que poderia obter uma goleada. Gundogan, de pênalti, e Havertz, em belo chute colocado, marcaram 2 a 0, mas os donos da casa viraram em 11 minutos. Shaw, Mount e Kane, de pênalti, fizeram os gols. Mas ainda havia tempo para Havertz empatar e tornar o resultado mais justo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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