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"A PRF deve servir ao país de maneira isenta”, diz cotado para diretoria geral

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Foto: Divulgação/PRF

Cotado para ser o novo diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o superintendente do órgão no Pará, Diego Patriota, defendeu a necessidade da instituição “olhar para dentro” e rever algumas posições adotadas nos últimos anos. 

Nesta segunda-feira (19), Patriota disse ao Cidadeverde.com que embora não seja correto tomar certas ações isoladas como algo institucional, frisou a necessidade de mudanças na PRF, sobretudo com o início de uma nova gestão federal. 

“Acredito que é o momento sim de rever alguns direcionamentos, de comunicar com o novo governo as intenções como premissa e fazer isso como novos objetivos institucionais, de forma que a gente possa andar enquanto polícia de estado. A PRF deve servir ao país, de maneira imparcial e isenta” , afirmou o superintendente. 

Apontado como uma das opções do futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, Flávio Dino, para o comando da PRF, Patriota garante que não tratou sobre o assunto com a equipe de transição, mas se diz feliz pelo reconhecimento. 

“Me senti lisonjeado. É uma construção orgânica, vamos dizer assim, do próprio efetivo e alguns sindicatos. Alguns me procurando e perguntando se não podia lhes representar, uma vez que estamos fazendo um bom trabalho”, pontuou o policial. 

PRF desde 2010, Diego Patriota iniciou a carreira atuando em unidades operacionais do Pará. Em 2016, foi responsável pela criação do escritório regional de gestão estratégica, tendo trabalhado ainda na assessoria parlamentar. 

Diego Patriota também já comandou a superintendência regional da PRF do Amazonas e ocupou o cargo de chefe da Divisão de Processos Estratégicos na Diretoria Executiva do órgão, ocasião em que desenvolveu uma série de iniciativas. 

Como superintendente da PRF no Pará, Patriota destaca sua atuação no combate aos crimes ambientais na região amazônica. De acordo com ele, mais que a prisão e apreensão de minérios e madeira ilegal, é primordial evitar que esses crimes aconteçam. 

“Em relação a 2021, com devido investimento e direcionamento dos nossos operacionais, aumentamos em 92% as apreensões de madeira ilegal no Pará. Isso representa mais de 1.790 campos de futebol de madeira apreendida”, destacou o gestor. 

Breno Moreno
[email protected]

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