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Procon apura denúncia de couvert artístico no festival de Pedro II

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A Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor enviou dois fiscais a Pedro II para inibir a cobrança de preços abusivos durante o Festival de Inverno, que termina neste domingo. Neste ano, um trabalho preliminar foi realizado para que barracas fixassem uma tabela de preços para evitar mudanças repentinas nos valores cobrados. As denúncias surgem mesmo assim, e até couvert artístico teria sido cobrado.

Leilane Nunes/CidadeVerde.com
José de Arimateia, chefe de fiscalização do Procon

O chefe de fiscalização do Procon, José de Arimateia, acompanha os trabalhos com outro fiscal. O caso mais grave até agora foi a denúncia de um casal contra uma barraca, que estaria cobrando couvert artístico para os clientes que assistiam as atrações gratuitas do Festival de Inverno. Arimateia informou que o dono do estabelecimento negou a cobrança abusiva. 

O Procon está em Pedro II desde o dia 23 acompanhando os preços em cada barraca. "Aqui havia uma prática de um dia ter um preço e outro dia ter outro. Neste ano, conseguimos diminuir isso", conta José de Arimateia, que recebe denúncias em um estande montado na área institucional do festival, na praça da Bonele.

Em Pedro II, o Cidadeverde.com constatou a majoração de preços em uma barraca de "arrumadinho", prato com pequenas porções de Maria Isabel, carne, paçoca e creme de galinha. No começo do festival, fichas eram vendidas a R$ 5. Já no segundo dia, o valor subiu para R$ 6. A alegação foi de que o preço cobrado no início estava errado. O Procon não recebeu denúncias sobre o local.

Os preços praticados em Pedro II tem se fixado em R$ 5 para cerveja em garrafa long neck, R$ 4 para cerveja em lata, R$ 3 para refrigerante e R$ 2 para uma garrafa de água mineral. Os "arrumadinhos" são vendidos em tamanhos variados e podem custar até R$ 10.

Caroline Oliveira (enviada a Pedro II)
Fábio Lima (da Redação, em Teresina)
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