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Andrés admite ter entregado cargo na CBF após saída de Teixeira

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Futebol envolvente, com muito toque de bola e jogadores habilidosos em todas as posições do campo. Essa é a imagem do Barcelona no mundo todo, que propaga tudo ser moldado desde as categorias de base do clube catalão. Porém, para o diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Andrés Sanchez, tudo isso não passa de uma fase.


Em entrevista à 'TV Gazeta', no último domingo, Andrés contestou boa parte das afirmações que vem correndo o mundo do futebol ultimamente.

"Isso daí de que o Barcelona tem uma escola de futebol, que todo mundo joga igual, é tudo balela. É fase. O que eles ganhavam cinco, seis anos atrás? Nada. E o que vão ganhar daqui cinco, seis anos? Nada, porque Xavi, Iniesta, Messi e tudo mais vão parar de jogar. Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 para o sub-17 do Corinthians. A única coisa que eu vi de diferente é que os garotos não têm a obrigação de ganhar", comentou.

No seu novo cargo desde o início do ano, o ex-mandatário alvinegro ainda contou como foi a transição de poder na entidade que regula o esporte bretão no país, com a saída de Ricardo Teixeira, seu mentor, e a entrada de José Maria Marin na presidência. "Fizemos uma reunião com todos os diretores e entregamos o cargo, mas o presidente não aceitou e manteve todos", relatou, negando uma possível saída em breve da CBF. "Isso aí tem que perguntar para o presidente".

Andrés ainda avaliou a situação da seleção brasileira, explicando a convocação de nomes em baixa como o de Ronaldinho Gaúcho nas últimas listas. "Você vai pegar o jogador da Europa, cansado depois da temporada, e botar para jogar amistoso? Não. A seleção joga demais, então o número de jogadores chamados tende a ser grande também", encerrou.


Fonte: ESPN
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