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Parnaíba sediará audiência pública para debater os problemas do judiciário

A Comissão de Relação com o Poder Judiciário da OAB-PI interiorizará suas ações durante uma caravana que passará por todas as Subseções do Estado. O objetivo é promover audiências públicas, com a participação da advocacia, para que sejam debatidos os problemas do judiciário piauiense. A primeira cidade a receber a comitiva da Seccional será Parnaíba, nesta sexta-feira (29), às 10 horas, no Fórum Central.

De acordo com o presidente da Comissão, Einstein Sepúlveda, além de ouvir os reclames da sociedade e dos advogados, serão designados membros nas Subseções e Comarcas para tratar especificamente sobre o tema e para que a Seccional possa manter uma relação transparente com o Poder Judiciário. Segundo ele, o objetivo da OAB-PI é encontrar soluções para o problema da morosidade que se instalou no Poder Judiciário do Piauí.

“Vamos a Parnaíba para debater os problemas que o Poder Judiciário enfrenta, junto à advocacia, sociedade, magistrados, promotores e aos poderes constituídos. Com isso, iremos detectar os problemas, apontar as soluções e encaminhar para o Tribunal de Justiça, para que a gente possa aperfeiçoar o judiciário, dentro de uma relação de respeito, transparência e independência”, explicou Einstein Sepúlveda. Após as audiências públicas, a Comissão produzirá um relatório, que será apresentado ao Tribunal de Justiça e à Corregedoria da Justiça do Piauí.

As ações contarão ainda com o apoio da Comissão Nacional de Acesso à Justiça do Conselho Federal da OAB, por meio do conselheiro federal Celso Barros Neto, além da Subseção de Parnaíba. “Estamos unindo forças para fazer com que a Justiça do Piauí seja mais célere, mais operosa e que os problemas que afligem a todos nós, não só advogados como também aos jurisdicionados, possam ser solucionados. Iremos debater, fazer audiências públicas, para que nos chegue ao conhecimento o que está se passando efetivamente pela Justiça piauiense, para que a gente possa resolver aos poucos esses problemas”, afirmou o Celso Neto.

Da Editoria de Cidades
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