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Fotógrafo é suspeito de aplicar golpe em turma de formandos da Ufpi

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O sonho de ter as solenidades de formatura registrado em um álbum de fotografias se transformou em pesadelo para alguns estudantes do curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Piauí (Ufpi). De acordo com os universitários, o fotógrafo – identificado apenas como Michel Anderson – chegou a tirar as fotografias, mas um ano e meio depois da formatura não entregou o material aos formandos.

O grupo que contratou os serviços possui o comprovante de pagamento pelo serviço que inclui, inclusive, valores extras do que o acordado inicialmente com o fotógrafo.

“O contrato que nós fizemos com a nossa turma na Ufpi diz que nós receberíamos o cd desbloqueado. No entanto, ele cobrou R$ 300 a mais para desbloquear e que todas as outras pessoas já teriam pago”, disse a pedagoga Diana Araújo. 

As vítimas relatam que o fotógrafo sempre adia a data para a entrega das fotografias; chega a marcar encontros, mas nunca comparece. 

“Quase ninguém consegue falar com ele e, quando consegue, ele diz: ‘vem tal dia’, mas nunca dá um retorno concreto”, comenta pedagoga, Alice Calaça.

O contrato com os formandos foi assinado em um estúdio fotográfico que ficava em um prédio, localizado na Rua Coelho Rodrigues – Centro de Teresina, mas, atualmente, o local está fechado.

Alguns dos formandos acumulam o prejuízo de R$ 1.500 cada; parte das vítimas registraram boletim de ocorrência no 1º Distrito Policial.  “Agora estamos procurando Procon e juizados para saber como poderemos proceder porque a situação não pode ficar assim”, declara outra vítima. 

Por telefone, a TV Cidade Verde entrou em contato com fotógrafo, que se defendeu das acusações: “Má administração, fiquei sem transporte, meu filho nasceu tive que pagar parto cesáreo, estava morando de aluguel. Foi uma má administração, mas vou me reorganizar, fazendo parcerias para entregar com urgências esses álbuns”, afirma o fotografo.

Apesar do argumento de defesa do fotógrafo, alguns contratantes não querem mais o álbum, mas o dinheiro pago pelo serviço. 

 

Da Redação
redacao@cidadeverde.com 

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