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Waldonys canta com Dominguinhos e encanta fãs no São João das Cidades

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Às 00h53min os acordes da sanfona de Waldonys ecoaram no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, anunciando as duas horas, que sem dúvida devem ter sido as mais emocionantes na vida de milhares de pessoas que assistiram o show do sanfoneiro.

Fotos: Evelin Santos

Cantando do que o amor é feito, Waldonys fala de paixões e embala os corações dos apaixonados com o que ele mesmo chama de “o verdadeiro forró”. Às 1h15 um susto, o show para com o anúncio de uma proibição vinda da produção... Ufa! É proibido cochilar! É o que anuncia a sanfona que retoma a folia.

De Brasileirinho ao Hino Nacional, passando pela marcha nupcial, Waldonys pediu o público em casamento, e teve a bênção da “santíssima trindade”, que nesse caso não passou de uma “blasfêmia musical” vinda da sanfona, zabumba e triângulo.


O titular da cerimônia? Dominguinhos, que esteve presente virtualmente no palco do São João das Cidades e levou até este repórter que vos escreve as lágrimas. Uma verdadeira viagem “nas terras onde passei, dos sertões e dos amigos que lá deixei”, cantou Waldonys.


No céu uma queima de fogos, e nos pés da multidão a fogueira de são João que fez a multidão levantar a poeira que não desanimou ninguém.

Foto: Ivo Henrique

“E a saudade no coração”, chora a sanfona de saudade do “Gonzagão”.  Saudade do forró para o qual pede “Mais respeito, por favor!”. E pra cantar saudade o sanfoneiro exalta nomes que fazem parte do imaginário do brasileiro e lamenta em forma de canto que o “Brasil, nunca mais terá um trio como Airton Senna, Pelé e Gonzagão”.


E surpreendendo até os mais incrédulos ao som de Rolling Stones em ritmo de forró Waldonys presenteia a multidão com CDs e DVDs jogados aos montes, fazendo ecoar a alegria e os gritos que diziam “foi o melhor show”.



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Por Rayldo Pereira

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