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'Gisele errou', diz Fernando Meirelles sobre desfile na cerimônia de abertura

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A plateia aplaudiu, muita gente se emocionou e o mundo inteiro ficou babando por Gisele Bündchen durante o mais longo desfile de sua (ex) carreira, na noite da última sexta-feira, na cerimônia de abertura da Olimpíada, no Maracanã. No entanto, parece que a aparição da moça não foi tão perfeita como parece ter sido.

Ao programa "Timeline Gaúcha", da Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira, Fernando Meirelles, um dos diretores da festa (ao lado de Andrucha Waddington e Daniela Thomas), afirmou que a travessia de 128 metros da modelo sobre o palco montado no gramado foi mais lenta do que se esperava.

"A Gisele Bündchen errou, por exemplo. A gente combinou uma velocidade e ela andou um pouquinho mais lento. Eu acho que ela estava empolgada", revelou o cineasta, que comentou ainda que estava prevista uma "ceninha" de Gisele com Tom Jobim, que não ocorreu por conta do andamento do "desfile" da modelo. "Ela foi mais devagar, a música acabou e não deu tempo pra ela fazer a cena", soltou o diretor, complementando que "todos os ensaios foram péssimos".

De acordo com Meirelles, a entrada de uma garotinha segurando uma pipa se deu de forma mais veloz do que a prevista, fazendo com que o brinquedo tenha subido e descido logo em seguida.

O diretor pontuou que a festa mostra que não somos "Lava Jato e zika" e elogiou a escolha de Vanderlei Cordeiro de Lima para acender a pira olímpica: "O Pelé foi consultado. É uma entidade, mas acho que o Cordeirinho representa até mais o povo. Desde o começo defendíamos o nome dele".

Meirelles ainda contou à rádio que não sabia que o nome do presidente em exercício, Michel Temer, não seria anunciado conforme o protocolo previa: "Tomei um susto na cadeira. Foi uma surpresa até para mim. Depois fiquei sabendo que foi um pedido do pessoal dele, provavelmente por saber que haveria vaia".

"Não sou obrigado por lei a homenagear alguém", diz Meirelles
Ainda durante a entrevista, Fernando comentou sobre uma suposta ameaça de processo da família de Vinicius de Moraes, que estaria descontente sobre o "esquecimento" em relação ao compositor, que assina o clássico "Garota de Ipanema" ao lado de Tom Jobim.
"A ideia era uma homenagem aos anos 60, e escolhemos Tom Jobim. Não que o Vinicius não seja um cara sensacional. A gente pagou os direitos, certamente a família recebeu a parte dele. Não sou obrigado por lei a homenagear alguém", disse o diretor.


Fonte: Extra

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