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PMs que atiraram em carro se entregam, mas são soltos

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Os dois policiais militares suspeitos de atirarem contra o veículo de uma família na Vila Irmã Dulce, foram presos na semana passada, mas conseguiram habeas corpus e já estão soltos. O soldado André Barreto e o subtenente Gonzaga passaram cerca de quatro dias na unidade prisional dos militares. 

Os militares ficaram foragidos por cerca de sete dias e se entregaram após o comandante geral ter informado ao Cidadeverde.com que iria abrir processo de deserção (abandono de emprego), que começaria a valer oito dias após o último plantão que faltou. 

O mandado de prisão contra os policiais lotados na Companhia Independente do Promorar foi expedia pelo juiz Luís Moura da Central de Inquéritos no dia 13 de novembro e eles foram presos no dia 21. 

Contra eles há um Inquérito Policial Militar aberto pela Corregedoria da PM e um inquérito da Polícia Civil que está a cargo da Delegacia Geral Metropolitana na Delegacia Geral. 

Segundo o advogado das vítimas, Sérgio Pinheiro, eles já prestaram depoimentos nos dois órgãos e aguarda a conclusão dos inquéritos. 

O crime aconteceu na noite de sexta-feira, quando o mestre de obras Evandro Inácio da Silva e sua namorada deixavam os familiares em casa e foram surpreendidos pelos tiros. A mãe de um bebê de oito meses foi baleada nas costas, quando estava com a criança no colo. Evandro e a namorada também ficaram feridos pelos estilhaços de bala. O fato aconteceu no dia 03 de novembro.

Os policiais militares teriam alegado ter confundido o carro de Evandro com o de elementos suspeitos que estavam sendo seguidos pela viatura. 


Caroline Oliveira
[email protected]

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