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Cuidado com as comemorações antes dos jogos

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A velha mania de "vencer" jgos por antecipação tem custado caro ao futebol Brasileiro. A seleção perdeu as Copas do Mundo de 1950, 1982 e 2006 quando tudo era festa dentro e fora do campo. Os jogadores já se consideravam campeões. O mesmo aconteceu com vários times em decisões de títulos ou em confronto de Grandes x Pequenos. Mais recentemente, tivemos alguns jogos que entraram para essa história. Vamos lá:

Flamengo x América do México

Os Rubro negros acharam que iriam golear os Mexicanos no Maracanã pela Libertadores deste ano. Fizeram festa para Joel Santana, debocharam de Cabanãs, e foi pagode e mais pagode. No final do jogo, o Flamengo estava eliminado ao ser derrotado por 3 x 0.

Fluminense x LDU

Na mesma Libertadores o Fluminense fez uma grande festa para comemorar o título no Maracanã. O técnico Renato Gaúcho afirmou que "ganha a Libertadores, vamos brincar no Campeonato Brasileiro". Resultado : O Fluminense perdeu a Libertadores e está na zona do rebaixamento no Brasileiro.

Os pagodeiros da Seleção

A Seleção chegou ao Engenhão para enfrentar a Bolívia este ano. Mais parecia uma bateria de escola de samba ou uma roda de pagode. Cheguei a entender que os "gênios" entrariam em campo com seus instrumentos de festa . No jogo foi uma vergonha.



E tudo foi repetido contra a Colômbia, inclusive com homenagem a Robinho colocando os pés na calçada da Fama, ao lado de Zico, Garrincha, Didi e Pelé e tantos outros craques. Foi outra vergonha.

Botafogo x Santos

Grande festa em homenagem à memória de Garrincha. No campo os "gênios" que todos eram Garrinchas. Não jogaram nada e foram derrotados por 1 x 0.

Flamengo x Santos

O Presidente Márcio Braga chamou a torcida Rubro negra no jogo contra o Atlético a fim de comemorar a festa do Hexa campeonato. Oitenta mil torcedores foram ao Maracanã e o Flamengo tomou um banho do Atlético Mineiro por 3 x 0. Os "gênios" foram para a festa e esqueceram de jogar. Vale repetir: Um dia os cartolas e os técnicos aloprados vão aprender a lição.


Dídimo de Castro
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