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Supertufão chega a Hong Kong após matar 25 nas Filipinas

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Subiu para 25 o número de mortos após a passagem do supertufão Mangkhut pelas Filipinas, segundo autoridades locais, de acordo com a agência Reuters. O ciclone tropical, considerado o mais poderoso dos últimos cinco anos, girou em direção a Hong Kong e à costa chinesa neste domingo (16), ganhando força sobre o Mar da China Meridional.

Acumulando ventos de mais de 200 km / h, o supertufão tem uma velocidade equivalente a um "furacão intenso" de categoria 5 no Atlântico.

Autoridades filipinas disseram que pelo menos 25 pessoas foram mortas, incluindo um bebê e uma criança, a maioria em deslizamentos de terra em áreas montanhosas que deixaram pelo menos 13 desaparecidos.

"Os deslizamentos aconteceram quando alguns moradores voltaram para suas casas após o tufão", disse o coordenador de resposta a desastres, Francis Tolentino, na rádio DZMM, acrescentando que 5,7 milhões de pessoas foram afetadas e a maioria estava preparada.

"Não importa o quanto estamos preparados, há realmente algumas limitações."

Espera-se que Mangkhut percorra 100 quilômetros ao sul de Hong Kong e se dirija para o oeste, na direção da província chinesa de Guangdong, e do centro de jogos de Macau.

O Observatório de Hong Kong emitiu neste domingo alerta máximo por causa da chegada do tufão Mangkhut, que apresenta uma grande "ameaça" para a cidade, assim como para várias províncias do sudeste de China.

O alerta permanecerá em vigor durante as próximas horas, quando se esperam ventos com velocidades de mais de 118 km/h.

Alguns moradores foram evacuados de áreas baixas com tempestades de até 3,5 m (12 pés) esperadas.

Dezenas de milhares de viajantes tiveram planos interrompidos depois que o aeroporto internacional de Hong Kong, um importante centro regional, cancelou a maioria dos vôos. Companhias aéreas como sua principal operadora, a Cathay Pacific, cancelaram muitos voos na semana passada.

No ano passado, o tufão Hato, um dos mais fortes dos últimos anos, abalou a região, causando nove mortes e danos em Macau, provocando críticas de que as autoridades não estavam bem preparadas.

Desta vez, Macau tem sido cauteloso, com autoridades dizendo que fechou as operações de cassino no final de sábado e que o Exército de Libertação Popular da China ficou de prontidão para qualquer ajuda humanitária.

"A suspensão é para a segurança dos funcionários do cassino, dos visitantes da cidade e dos moradores", disse o governo do maior centro de apostas do mundo em um comunicado.

A China ordenou que cerca de 6 mil barcos retornem ao porto e evacuou milhares de trabalhadores de plataformas de petróleo, disse a agência de notícias estatal Xinhua.

Fonte: G1

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