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Fatores que aumentam mais risco em mulheres do que em homens para infarto

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Foto: Pixabay/fotos gratuitas

Um novo estudo da Universidade de Oxford descobriu que a pressão alta elevou o risco de ataque cardíaco nas mulheres em 83% a mais do que nos homens, já fumar aumentou em 55% e a diabetes tipo 2 em 47%. As razões para esses achados não são claras, mas podem refletir alguns fatores de confusão, como a duração da exposição a esses fatores de risco.

Por exemplo, as mulheres podem ter tido pressão alta não tratada por mais tempo do que os homens. Alterações nos níveis hormonais ao longo de seus ciclos menstruais também podem confundir os resultados da pesquisa.

Os achados de que o tabagismo, hipertensão e diabetes aumentam o risco de ataque cardíaco em mulheres e homens são conhecidos, e vários estudos mostraram que esses fatores de risco estão associados a um maior risco de ataque cardíaco em mulheres comparado ao impacto em homens. Fatores de risco específicos para o sexo também podem aumentar as chances de doenças cardíacas em mulheres.

Por exemplo, certas complicações da gravidez estão associadas ao risco aumentado de doença cardíaca. Essas complicações incluem pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional, diabetes gestacional, parto prematuro e baixo peso ao nascer.

Algumas condições de saúde que afetam desproporcionalmente as mulheres também têm sido associadas ao maior risco de doença cardíaca. Por exemplo, essas condições incluem câncer de mama, artrite reumatóide e lúpus.

Alguns dos fatores de risco podem ser abordados no início da vida. Por exemplo, dieta, exercício, tabagismo e outros hábitos de vida no início da idade adulta e da meia-idade podem afetar as chances de desenvolver diabetes, pressão alta e doenças cardíacas mais tarde Aumentar a prática de atividade física também é criticamente importante.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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