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Praticar atividade física em jejum exige alguns cuidados

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Foto: Pixabay/foto gratis

Após os excessos na alimentação durante as festas de fim de ano, agora é hora de voltar para a dieta e também à pratica de atividade física. Quem busca manter a forma ou mesmo perder uns quilinhos, vira e mexe se depara com uma pergunta: vale treinar em jejum? A resposta não é tão simples. Afinal, varia de pessoa para pessoa, caso a caso. Portanto, é importante conhecer alguns benefícios - e também cuidados - antes de aderir a essa prática.

Queima de gordura

O treino em jejum é propício para que o corpo tenha maior capacidade de utilizar gordura para a conversão em energia. Portanto, quanto mais a pessoa se condicionar para essa prática de forma regular, mais eficiente será a queima. 

Intensidade

O aconselhável é optar por atividades de intensidade moderada. Desta forma, a oxidação de gordura é mantida mesmo após o treino Qualquer tipo de exercício (corrida, natação, musculação) pode ser desenvolvido, desde que o corpo do praticante já esteja condicionado para isso. 

Performance

A performance pode ser afetada graças ao jejum. Afinal, o corpo depende de vários fatores, como o tempo de treino, o tipo de dieta adotado, a frequência no exercício físico e, ainda, o metabolismo individual. Cabe destacar que o conceito de jejum é para, ao menos, seis horas sem alimentação. 

Perigo

O risco existe, muito em função da falta de preparo para o treino em jejum. Caso o praticante não esteja acompanhado de um profissional, ou a pessoa não possua o condicionamento exigido, pode-se apresentar algum mal-estar, como queda de pressão ou hipoglicemia. 

Prazo

O treino em jejum não possui um tempo de validade. Caso o praticante esteja preparado e se sinta bem em não comer nada antes da prática do exercício, tal rotina pode ser feita diariamente, desde que supervisionada.

Sedentários

Pessoas que não estejam devidamente condicionadas para o treino em jejum ou que sejam sedentárias devem evitar tal prática. Antes, devem passar por avaliações médicas ou nutricionais. O mesmo vale para quem apresenta alguma patologia associada.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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