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Açaí oferece muitos benefícios, mas exige cuidados

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ASCOM EMATER-PA

Um dos queridinhos da alimentação de quem busca uma vida saudável, o açaí caiu no gosto popular – e vai muito além do que uma canção de Djavan. Originário da Amazônia, o fruto virou um item pop. As inúmeras vantagens nutricionais do produto, bem como o sabor adocicado dessa fruta, ajudam a explicar por que as pessoas gostam tanto dele.

Muito consumido pelos adeptos de esporte no pós-treino para repor as energias, a composição do açaí - com vitaminas B, C e lipossolúveis - é benéfica e o produto deve entrar na dieta de pessoas saudáveis e até mesmo pacientes com câncer, diabetes e anemia

Entretanto, cabe uma ressalva: o que se come, especialmente na Região Sudeste, por exemplo, é bem diferente do que é consumido no Norte, onde se produz a polpa.

O açaí é uma fruta rica em gordura boa (monoinsaturada), fibra e carboidrato, como qualquer outra fruta. A cor escura indica a presença de antioxidantes. Os flavonoides ajudam a diminuir os radicais livres, no rejuvenescimento celular, melhoram a circulação sanguínea e mantém os processos orgânicos saudáveis e ativos. No açaí também temos cálcio, manganês, fósforo e bastante potássio.

Misturas calóricas

Se o açaí em si é bom, pode ficar bem calórico, dependendo dos acompanhamentos. A dica é evitar o excesso de ingredientes na hora de compor a sua sobremesa, principalmente as mais calóricas, como leite condensado, granola, paçoca, xarope de guaraná, entre outros.

Versão em pó

Encontrado em algumas lojas de produtos naturais, o açaí em pó pode ser usado para complementar uma vitamina de frutas, em mingaus ou para adicionar ao sorvete ou iogurte natural com mel, por exemplo.

Contraindicações

O consumo exagerado do açaí pode provocar ganho de peso.  O motivo disso está no carboidrato. Além disso, o açaí pode aumentar a ingestão desses nutrientes e causar o aumento das taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia), pois são convertidos em glicose no sangue. O resultado é de maiores picos de insulina no organismo e, consequentemente, o possível desenvolvimento da diabetes

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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