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CRM e governo se reúnem e podem pôr fim a interdição ética na maternidade

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Atualizada às 11h

A presidente do CRM, Mirian Parentes, avalia que a interdição foi positiva e trouxe avanços para a maternidade. Na inspeção realizada nesta quarta(30), o CRM constatou a modificação no setor de admissão, a conclusão da central de materiais, criação de sala de estabilização, insumos e medicamentos regularizados. O pagamentos dos funcionários da maternidade também está sendo regularizado. No entanto, alguma falhas estruturais foram observadas. 

“Observamos que parte do piso da Ala D continua com problemas. O que a gente espera que melhore. Mas houve muitos avanços. Conversamos com profissionais do centro cirúrgico e eles nos informaram que não estão com problemas de falta de insumos. O laboratório também está sem problemas”, disse a presidente do CRM.

O relatório da presidente do CRM será apreciado pelo colegiado médico em reunião extraordinária nesta quinta-feira(31). A expectativa é que a interdição ética seja revogada.

O diretor da maternidade, Francisco Macêdo,ressalta que é preciso que a regulação de atendimento a gestantes de médio e alto  risco seja mantida para que as “melhorias” continuem sendo feitas. 

“Para que as reformas estruturais continuem, precisamos que a regulação continue para que sejam encaminhadas à maternidade apenas as pacientes de médio e alto risco, o que nos dá condição de fazer grande reformas”, ressaltou o diretor.

O secretário de saúde, Florentino Neto, discutiu as intervenções com o CRM e acompanhou a divulgação de um cronograma de pagamentos dos funcionários que prestam serviços à maternidade. 

“Neste mês de janeiro eles recebem o pagamento de novembro do ano passado, um fevereiro o do mês de dezembro e em março o pagamentos referente a janeiro. Estamos regularizando essa situação criando cronogramas”, disse o secretário. 

Florentino Neto disse na reunião que neste ano um concurso deve ser realizado para aumentar o quadro de servidores efetivos da maternidade.

Matéria original

A presidente do Conselho Regional de Medicina, Mirian Palha Dias, e o secretário Estadual de Saúde, Florentino Neto, estão reunidos neste momento para tratar sobre a possibilidade de desinterdição da maior maternidade pública do estado, a Evangelina Rosa. A reunião acontece na sede da maternidade, no bairro Ilhotas. 

reunião avalia as intervenções que foram feitas na maternidade após a interdição ética feita pelo CRM no dia 20 de novembro do ano passdo. Por volta das 7h integrantes do  CRM realizaram nova inspeção na maternidade.

Na interdição parcial, o CRM deu um prazo de 60 dias para resolver as irregularidades detectadas pelo Conselho. Dentre elas, a superlotação, falta de material e medicamentos, melhoria de infraestrutura e redução do índice de mortalidade de bebês.

Ao chegar na maternidade, o secretário Florentino Neto não falou com a imprensa e disse que vai falar após a reunião. 

Durante o período de interdição, a direção da maternidade construiu uma nova sala de admissão e uma central de matérias. A reforma da Ala D, onde fica a Unidade de Terapia Intensiva será iniciada na próxima segunda-feira.

Participam da reunião membros do CRM, o secretário Estadual  de Saúde, a direção da maternidade, o superintendente de Assistência Hospitalar da Sesapi, Aderico Tavares e a direção do Instituto de Perineatologia .

Em meio a interdição parcial, o Ministério Público de Contas do Estado do Piauí pedirá o afastamento temporário do diretor da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), Francisco de Macedo Neto, do cargo. A representação já está pronta e deverá ir a plenário na próxima quinta-feira (31).

 

Flash Izabella Pimentel
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