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Esgotamento sanitário aumentou para 31% em Teresina

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Fotos: Ascom Águas de Teresina

Às vésperas do Dia Mundial da Água, a Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina (Arsete) homologou o índice de 31% da cobertura de esgotamento sanitário na capital piauiense. O dado foi enviado por meio de relatórios da empresa Águas de Teresina a Arsete, que validou a porcentagem. Os 31% fazem referência ao esgoto coletado, afastado e tratado em Teresina. 

O presidente da Arsete, coronel Edvaldo Marques, afirmou que de julho de 2017 a julho de 2018, a cobertura de esgoto evoluiu de 19% para 31%. Um crescimento de mais de 60%.

“O papel da agência é de fiscalizar. Nós tínhamos pouco menos de 20%, e em poucos dias podemos avançar para 40%. Já que a meta em dois anos é de dobrar, chegar em 2020 com 40%. Essa cobertura também representa uma prevenção da saúde pública”, disse.

A meta de contrato para 30 anos de gestão da Águas de Teres é ampliar para 90% a cobertura de esgoto, ressaltou Marques, destacando que existe um longo caminho pela frente. 

O diretor-presidente da Águas de Teresina, Cleyson Jacomini, acrescentou que o Dia Mundial da Água é uma data reflexiva para repensar a sua importância para a vida em sociedade e ao meio ambiente. Para ele, os dados validados pela Arsete reforça o compromisso da empresa as metas pré-estabelecidas. Uma delas é tornar Teresina referência quando o assunto for cobertura de esgotamento, pois ela já configurou como uma das piores no Nordeste. 

Sobre as perdas da água antes de chegar na casa dos consumidores, o diretor-presidente da Águas de Teresina, Cleyson Jacomini, disse que a expectativa é em reduzir em 25% em 10 anos de atuação em Teresina. 

“Essa é uma grande preocupação e é um desafio brasileiro devido às ligações clandestinas. E está previsto em termos contratuais. Hoje temos perdas em 50% e queremos reduzir para 25%. Precisamos preservar esse bem tão precioso e que é finito”, destacou.

O presidente da Arsete acrescentou que a rede de esgoto da zona Sul de Teresina deverá ser ligada a rede de tratamento no Pirajá. Uma obra na Avenida Maranhão deverá ser realizada para que isso ocorra. 

Os dados foram apresentados nesta quinta (21) em coletiva de imprensa. Também esteve presente o secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Olavo Brz, que ressaltou a questão dos aguapés no Rio Poti.  Ele destacou que houve uma redução signitica e mais ações deverão ocorrer para despoluir o rio. Dentre elas, atividades voltadas para a educação ambiental com o objetivo de conscientizar a população para a importância de manter os rios limpos, sem o despejo de lixo nas suas águas.

 

 

Carlienne Carpaso
redacao@cidadeverde.com

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