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Semar e parceiros iniciam estudos técnicos sobre o afloramento rochoso do Rio Poti

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Foto: Semar

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí (Semar), por meio da Diretoria do Centro de Educação Ambiental (CEA), juntamente com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina (Semam), a Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Instituto Federal do Piauí (IFPI), deram início aos estudos técnicos do afloramento rochoso existente no leito do Rio Poti. A estrutura esta localizada na altura do Parque Zoobotânico, em Teresina.

Segundo Rubens Luna, gerente do Centro de Educação Ambiental (CEA), a área tem potencial para viabilizar a navegabilidade no rio, mas para isso aconteça, é preciso estudar pormenorizadamente esta zona específica, para encontrar um modo de abrir passagem para os barcos. “Isso porque esse cinturão de rochas é o único impedimento para a trafegabilidade de pequenas embarcações, no trecho entre o centro de Teresina e o Encontro dos Rios”, explica Rubens.

O gerente do CEA explica ainda que a região possui uma série de sítios paleontológicos com potencial turístico. “Teresina e o entorno possuem uma série de sítios paleontológicos os quais permitirão, futuramente, que se estruture um circuito turístico integrado de visitação na região, seja por via terrestre ou fluvial, onde o visitante poderá explorar, não somente o Parque Municipal da Floresta Fóssil, mas também outros ambientes”, ressalta.

Cânion do Rio Poti

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semar), por meio da Diretoria do Centro de Educação Ambiental (CEA), esteve em reunião na última terça-feira (20/07), com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para debater sobre mapeamento, cadastramento e avaliação do estado geral de conservação e preservação dos sítios arqueológicos da área do Cânion do Rio Poti.

O Mapeamento inclui o levantamento fotográfico dos sítios arqueológicos nos municípios de Buriti dos Montes, Castelo do Piauí e Juazeiro do Piauí. Além da promoção de ações de educação patrimonial nos municípios envolvidos. Esse trabalho deve possibilitar a promoção de ações de conservação e preservação do patrimônio cultural da região, além de promover a gestão comparilhada do bem com a comunidade local.

Da Redação
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