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FMS oferta prótese que imita olho humano em Teresina

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Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) podem ter acesso a próteses oculares. É o caso da pequena Graça Graziele, de cinco anos de idade, que perdeu um olho após ser diagnosticada com câncer de retina e passou a sonhar em ter um olho artificial. O seu sonho foi concretizado, tendo sido uma das dezenas de pessoas que receberam prótese ocular, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina.

Karen da Silva, mãe de Graça, conta que elas vieram do estado do Amapá em busca do tratamento gratuito e de qualidade em Teresina. “Na minha cidade de origem tem muitas dificuldades na área da saúde, não tinha um bom centro de referência para o tratamento de câncer, então nos mudamos para a capital do Piauí”.

Após colocação da prótese ocular, as mudanças na vida da Graça Graziela foram perceptíveis. “Ter novamente um olho teve um fim estético, protetivo e foi menos constrangedor para ela, principalmente na escola. A entrega desse material pelo SUS é boa, especialmente para gente que não tem condições de pagar”, finaliza Karen da Silva.

Para ter acesso à prótese ocular, o usuário deve se dirigir à Unidade Básica de Saúde. Se houver necessidade, é marcada consulta com oftalmologista, que pode prescrever o uso da prótese. Em seguida, a pessoa entrega a solicitação médica e as documentações pessoais no protocolo da FMS, localizado na Av. Miguel Rosa, nº 3948, Centro Sul e aguarda contato da clínica Oftalmocenter, prestadora habilitada e conveniada ao SUS para realizar o procedimento.

A médica oftalmologista da Oftalmocenter, Dra. Teresinha Raulino, explica que uma pessoa pode perder um olho por diversos motivos, como por exemplo, após sofrer traumas, a exemplo de acidente de trânsito e acidentes domésticos ou em razão doenças como tumores, atrofias do globo ocular e úlceras na córnea.

Dra. Teresinha Raulino acrescenta os benefícios da prótese ocular. “A prótese ocular preenche o espaço resultante de uma cirurgia, diminuindo a retração da cavidade ocular e é também um fator de proteção orbital, além de ter fim estético, elevando a autoestima das pessoas”, finaliza, explicando que a clínica ainda contribui com a adaptação do indivíduo ao olho artificial.

Da Redação
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