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Vício em celular tem nome: nomofobia; veja como identificar

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Foto: Caroline Oliveira/Cidadeverde.com

Você já saiu de casa, entrou no carro ou pegou o ônibus e depois percebeu que esqueceu o telefone? Qual sua atitude: retornar para buscá-lo por que não consegue ficar sem ou deixa para lá, afinal, é só um dia? Pode ser que você ache um exagero, mas existe um transtorno para pessoas que simplesmente não conseguem largar o telefone. Ele se chama nomofobia

O problema já é uma realidade e causa estresse, ansiedade e, em muitos casos, até depressão por conta da dependência patológica do telefone celular.

Em 2017, a União Internacional de Telecomunicações (UTI) informou que há cerca de 7 bilhões de aparelhos móveis no mundo. Ou seja, em proporções, há ao menos um telefone para cada habitante do planeta. Com tanta tecnologia, fica a dúvida: quando é hora de diminuir o uso? Como identificar se estou dependente?

Sinais

Há alguns sinais mais claros, como nervosismo, estresse e ansiedade. E outros que são menos perceptíveis porque já estão automatizados em nosso dia a dia, como o ato de andar sempre com os carregadores celulares, estar sempre conectados em aplicativos de mensagens e usar o telefone sem um fim específico: navegando por páginas e páginas ou redes sociais

Um sinal significativo é o apego ao aparelho, como se fosse uma abstinência mesmo. Faça o teste: será que você consegue ficar 30 minutos sem mexer no telefone? Uma hora? Preocupa-se demais em não responder mensagens? É bom ficar de olho nos sinais e procurar um especialista.

Outra preocupação relevante é bem na hora de acordar. A forma como lida com o aparelho logo quando acorda diz muito sobre o comportamento da pessoa.

Ajuda

Caso note uma certa dificuldade em abstrair-se sem ele, tente fazer atividades em grupo ou ao ar livre. Entretanto, fique atento. Pode ser que esteja precisando de ajuda. Portanto, não hesite em buscar um especialista.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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