Cidadeverde.com
Geral

Vídeo: suspeito de latrocínio disse que tinha encomenda de camionete por R$ 5 mil

Imprimir

 

Um dos suspeitos do latrocínio do comerciante Paulo Wellington Alvarenga, mais conhecido como Louro, foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva. O caso ocorreu em setembro deste ano no cruzamento da Avenida Mirtes Leitão com a Rua João da Mata, bairro Alto da Ressurreição, zona Sudeste de Teresina. A vítima estava sozinha em seu estabelecimento comercial quando foi abordada por dois criminosos que chegaram a pé, anunciaram o assalto e ainda travaram luta corporal. 

Gleison Lima da Silva foi preso nesta sexta-feira (08) na cidade de Campo Maior, no interior do Piauí. Segundo Jarbas Limas, delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o suspeito teria confessado informalmente que o plano partiu do comparsa e a ideia seria roubar a camionete da vítima encomendada por R$ 5 mil. Vídeos mostram os suspeitos em direção ao comércio da vítima.

Nas imagens é possível ver Gleison colocando a mão na cintura, provavelmente, ajeitando a arma. 

"Entramos em contato com os policiais civis e militares daquela região que prontamente localizaram e efetuaram a prisão do suspeito.Informalmente, Gleison confirmou aos policiais a prática do latrocínio, mas alega que a ideia teria partido de seu parceiro. Depois resolveu ficar calado, o que é um direito constitucional dele. Eles ainda chegaram a levar o carro, uma quantia em dinheiro e o celular da vítima", explica o presidente do inquérito policial. 

O comerciante foi morto após ser alvejado no ombro e no tórax. A prisão foi efetuada pelo DHPP em parceria com as polícias Civil e Militar de Campo Maior. O suspeito preso é apontado como autor dos disparos. 

O coordenador do DHPP, delegado Francisco Costa, o Baretta, acrescenta que os suspeitos são da zona Norte de Teresina e foram praticar o assalto na região do Grande Dirceu. 

"O latrocínio é um crime  complexo e de difícil elucidação, pois sua dinâmica difere dos crime contra a vida, pois apesar de uma vida ter sido ceifada, o objeto é o patrimônio.  É preciso uma  investigação criminal bem planejada e devidamente operacionalizada. Para investigar,  identificar e prender, após carrear para os autos indícios robustos e harmônicos apontando autoria e materialidade do crime", conclui o coordenador do DHPP.

O DHPP disponibiliza o número 181 para denúncias anônimas.

 

Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

Imprimir