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Calor exige cuidado redobrado com as queimaduras de pele

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Foto: Pixabay

Durante essa época do ano, é natural ficar mais exposto ao sol forte. Também não estão descartados os acidentes domésticos e até mesmo na praia. Os fogos de artifício, aliás, são responsáveis por mais da metade dos casos de queimadura em mãos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 10% dessas situações acabam em amputação nas mãos.

Tipos

A epiderme é a primeira afetada pela queimadura. É nela que estão as chamadas queimaduras de primeiro grau. Causam vasodilatação. Por isso é que a área fica bem avermelhada, além da dor.

A boa notícia é que, nesses casos, a recuperação é mais rápida. O tecido se reconstrói em dois dias, sendo que em quatro já está totalmente curado e sem marcas.

Já nos casos de queimaduras de segundo grau o problema é mais profundo. Isso porque atinge a derme, camada mais profunda da pele. Com ela vem junto as bolhas, inchaço e muita dor. Também pode causar desidratação por conta da perda de água e sais minerais.

A evolução da queimadura vai durar de caso a caso. Se for no epitélio, regenera-se depois de algumas semanas. Se for mais profundo, o tempo aumenta e ainda podem ficar manchas permanentes.

Tratamento

Em geral, o tratamento consiste em jogar bastante água fria no lugar da queimadura por aproximadamente 15 minutos. Depois, seca-se a área com cuidado. É importante também desinfetar a região com antisséptico - de preferência sem álcool

Aliás, é fundamental procurar um médico para uma avaliação do caso. Dessa forma, o profissional conseguirá identificar o melhor tratamento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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