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Cirurgia plástica nos seios não tem risco de causar câncer

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Foto: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Os cirurgiões plásticos entraram em um consenso: a prática de retirar gordura de alguma parte do corpo para aplicar na mama, a lipoenxertia, não simula, esconde, nem provoca o câncer mamário. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-SP) explica que o temor não era nem de pacientes, mas dos cirurgiões Bateu-se o martelo porque, com o tempo e os estudos dos casos por meio de imagens de mamografias, não houve correlação de incidências.

Na verdade, o que mudou foi o acompanhamento a longo prazo das pacientes. Tudo o que é relativamente novo na medicina exige um olhar criterioso. Acreditava-se que colocar a gordura poderia causar o câncer ou escondê-lo. Hoje não há esse medo, segundo a entidade.

O tema gera dúvidas, porque o aumento das mamas é a cirurgia estética mais procurada no País. Corresponde a 22,5% de todas as intervenções feitas no Brasil para fins estéticos, na frente inclusive da lipoaspiração (18,5%), de acordo com o último estudo da SBCP, de 2014.

A lipoenxertia

É quando o cirurgião tira a gordura de uma parte do corpo para enxertar em outra. Geralmente se aplica nas mamas, para dar melhor forma ao seio com a colocação da prótese de silicone. Seios de tamanhos diferentes também podem ser preenchidos com a técnica.

Cuidado

Muitas são as técnicas para esculpir e modelar o corpo. Mas um produto específico tem preocupado os cirurgiões plásticos: o polimetilmetacrilato, mais conhecido como PMMA. Líquido que endurece quando aplicado sob a pele, ele tem causado tantos problemas que os médicos estão pedindo seu banimento ou maior cerco nas vendas.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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