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Em coletiva, Fábio Abreu anuncia que acionou PF para investigar fake news contra sua campanha

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O candidato do PL, Fábio Abreu, reuniu imprensa em entrevista coletiva para denunciar suposta rede de fake news (notícias falsas) que ele se diz vítima. O candidato afirma que o grupo é articulado por funcionários comissionados da Prefeitura e empresas de call center, ligadas à Prefeitura. 

Segundo Fábio Abreu, desde o início da campanha, esse grupo já espalhou informações de que ele teria votado contra o auxílio emergencial, pedido suspensão das aulas televisionadas, desistido da candidatura e por último, arrematado uma égua de R$ 200 mil em leilão. Abreu nega e colocou o telefone à disposição para provar que não comprou o animal. 

“Estou sendo perseguido e injustiçado. Pessoas comissionadas e empresas de call center estão espalhando fake news a meu respeito. Por que uma pessoa de origem humilde, de cor negra, tem incomodado tanto? Sempre fomos contra esse sistema de desinformação, é um grupo articulado pelo esquema da Prefeitura. Já pedi investigação e passamos para a Polícia Federal todos os dados”, informou Fábio Abreu. 

Compra de égua

Fábio Abreu nega que tenha comprado uma égua em leilão realizado neste domingo (25).  O nome de Fábio Abreu chegou a ser anunciado como o comprador. Mas segundo ele, em seguida, o erro foi corrigido. Ele afirma que usaram de um erro no leilão para criar uma notícia falsa. 

“A respeito de compra de animais como cavalo. Não tenho esse recurso de R$ 200 mil para comprar um cavalo. E segundo estou focado na campanha. Não tenho tempo de acompanhar leilões. Peço que a imprensa desminta essa fake news. Estou disponível para deixar meu celular à disposição já que é uma transação via celular. Se tem alguma ligação minha com quem quer que seja de leilão. Tenho tudo declarado no imposto de renda e declarei para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No caso do animal, qualquer pessoa sabe que eles são registrados e se sabe de onde sai. É só ligar para o leiloeiro e saber para onde foi. Várias pessoas sabem que gosto de vaquejada, mas associar meu nome à compra do animal foi o crime. O vendedor falou o nome do rancho que fez a compra. Não é meu nome. Se aproveitam do erro de uma pessoa para cometer crime de fake news. Me considero perseguido e injustiçado”, disse. 

Desistência

O candidato negou que o governador Wellington Dias (PT) tenha pedido para ele desistir da campanha.

 “Nunca pediu e se tivesse pedido, eu teria dito na cara dele, que quem vai dizer é a população. O povo de Teresina é com quem estou”, disse. 

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Prefeitura de Teresina que afirma que irá encaminhar nota com relação às declarações do candidato. 

Flash de Lídia Brito
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