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CBF e Nike celebram 50 anos do Tri Mundial em novo uniforme da Seleção Brasileira

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Foto: Divulgação/Nike

No ano de 1970 o mundo descobriu a razão pela qual o Brasil passava a ser reconhecido como o país do futebol. O brilhantismo em campo; os talentos individuais e a sinergia entre os maiores atletas do planeta, todos trajando e honrando a mesma camisa: a amarelinha que glorificou a genial equipe com o tri mundial. Cinquenta anos depois, a técnica e o talento que eram vistos em campo ainda são usados como referências nos gramados ao redor do mundo. A CBF e a Nike apresentam hoje, 8, os novos uniformes da Seleção Brasileira e conecta o DNA brasileiro com o futuro do futebol.

“Mais do que vencer o Mundial no México, a Seleção Brasileira de 1970 e seu futebol significam muito além – a genialidade daquele time ainda ecoa em campo e na mente das pessoas. Estamos homenageando a equipe que instalou revoluções à frente de seu tempo. Com jogadores versáteis que, coletivamente, desafiaram seus papéis pré-estabelecidos. Um estilo de futebol que se tornaria lendário, o ‘jogo bonito’ no seu melhor”, diz Gustavo Viana, Diretor de Marketing da Nike do Brasil.

A icônica camisa amarela, um dos maiores símbolos do futebol mundial, leva o torcedor diretamente ao ano da conquista do tri. Com a gola “careca” e os detalhes nas mangas em verde, semelhantes ao uniforme usado na época, a camisa atual traz elementos marcantes de identificação. Na altura da nuca a bandeira do Brasil é representada com um losango verde e um círculo azul central. O mesmo desenho do losango é encontrado também no colarinho e nos detalhes da manga em tonalidade mais suave. Ainda na parte de trás, no interior da camisa, o grafismo “70” segue a identidade visual usada na época. A mesma inspiração foi usada para criar o design das numerações do uniforme, que também segue a linha usada em 1970, em tamanho maior do que os usados atualmente. Calções azuis e meiões brancos completam o uniforme que tem estreia prevista para o próximo dia 13, em partida contra a Venezuela.

“Foi com a Seleção Brasileira de 1970 que o futebol transcendeu o esporte e se tornou arte. O time responsável por dar um novo significado para o Brasil aos olhos do resto do mundo, e esse aspecto vanguardista nunca deixou de influenciar o que é o futebol. Em outras palavras, nada pode parar o que é verdadeiramente coletivo e revolucionário”, completa Gilberto Ratto, Diretor Comercial e de Marketing da Confederação Brasileira de Futebol.

Para trazer a conexão do DNA brasileiro com o futuro do futebol, a segunda camisa apresenta elementos na cultura do esporte que extrapolam as quatro linhas. Em uma extensa pesquisa, o time de desenvolvimento de produtos escutou o que os apaixonados pelo esporte consomem além do futebol e pensou em como utilizar elementos mais modernos em um design arrojado e casual. A camisa, também em gola careca, é predominantemente azul, com detalhes na mesma cor por toda sua extensão. O losango da bandeira brasileira é marcado em diferentes tonalidades pela peça. O número nas costas é estampado em amarelo na mesma tonalidade do “Swoosh”, o logo da marca. Calções brancos e meiões azuis completam o uniforme.

CAMPANHA
Para a sessão de fotos, a Nike convidou a lenda Mario Jorge Lobo Zagallo, o técnico do histórico time em 1970 e única pessoa a vencer quatro títulos mundiais em diferentes funções. 

Fonte: CBF

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