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Líder comenta reforma e fala em “freio” na criação da Secretaria de Segurança

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Prevista na reforma administrativa da Prefeitura de Teresina, a Secretaria de Segurança municipal não deve sair do papel agora. A informação é do líder do prefeito Dr. Pessoa na Câmara Municipal, vereador Renato Berger. Segundo ele, o executivo municipal resolveu dar um “freio” na criação da pasta. Em contrapartida deve ser criada a Secretaria da Defesa Civil.

“Deve ser criada a Secretaria de Defesa Civil. É muito importante e se preocupa com a cidade. Parece que teremos um freio na Secretaria de Segurança. Ainda não está certo. A prefeitura está discutindo”, informou Berger em entrevista à TV Cidade Verde nesta quinta-feira (21).

A expectativa é que a reforma administrativa do Palácio da Cidade seja encaminhada ao Legislativo na próxima semana para votação. Outra mudança, de acordo com Berger, é a extinção da pasta voltada para concessões e parcerias público-privadas.

“Se coloca também a possibilidade de se extinguir a Secretaria de Concessões e Parcerias Públicas e Privadas, transformando-a em coordenadoria. Ficaria junto á Secretaria de planejamento”, disse.

As SDUs (Superintendências de Desenvolvimento Urbanos) vão passar a se chamar, após a reforma administrativa, em Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas, as SAADs. De acordo com o vereador, a Centro-Norte, por exemplo, será desmembrada para valorizar mais a região central da cidade.

Foto: Roberta Aline

“Vai ser dívida a SDU que agora é SAAD, Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas. O Centro da cidade por vezes é esquecido, então ele (prefeito) vai dividir para que tenha a Saad Norte e a Centro para cuidar do Centro”, explica.

Ainda de acordo com o líder do prefeito, a reforma administrativa está sendo elaborada com cuidado para não esbarrar em entraves jurídicos. 

“Essa mensagem vai com o espirito de melhorar os serviços para a cidade. É importante que ele (prefeito) crie algumas alternativas, mas também que tome cuidado com algumas coisas, como a lei complementar 173 que proíbe a criação de cargos caso altere o orçamento, ou seja, crie despesa. Não pode ter aumento de gastos”, finalizou.

Hérlon Moraes
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